Vai eleição, vem eleição, e o tema da educação no Brasil segue no centro do debate público. Mais ainda após os cortes realizados pelo governo de Michel Temer (MDB) e a aprovação da Emenda Constitucional (EC) 95, que congelou o investimento público em educação pelos próximos 20 anos. Marco na história da gestão pública para o setor, o Plano Nacional de Educação, aprovado em 2014, tem tido suas metas comprometidas pela ausência de financiamento.
"Quando a gestão abandona a escola, tornando-a um ambiente morto, as pessoas também a abandonam. Ao invés de fechar, deveriam torná-la democrática, atrativa e eficaz, bem equipada e de acesso comunitário”.
Por Cacá Araújo*
"A nós, não cabe uma escola que não seja atrativa, a nós não cabe uma escola que não semeie nos “corações de estudante” a esperança na construção de um novo e melhor país".
Por Pedro Gorki*
Os servidores municipais de São Paulo que estão em greve ganharam reforço na manifestação em frente à Câmara Municipal nesta terça-feira (20): mães e alunos de escolas públicas da cidade que apoiam a paralisação dos professores.
No Brasil, 8,5% das escolas de ensino infantil não possuem serviços essenciais de infraestrutura, como saneamento básico e/ou energia elétrica. Isso, para o presidente-executivo do Instituto Trata Brasil Édison Carlos, significa que “o Brasil parou no século 19. Uma das dez maiores economias do mundo, não resolveu questões fundamentais”.
Mesmo com certo avanço na inserção de alunos com deficiência nas escolas brasileiras, o número de matrículas do ensino médio registrou queda de 2,5% no ano passado, segundo dados do Censo Escolar 2017. Além dessa redução, o censo também apontou uma grande falta de estrutura nas escolas públicas. Hoje, 59% das instituições de ensino fundamental não têm rede de esgoto e somente 29,7% têm biblioteca ou sala de leitura.
Por Verônica Lugarini
A pequena cidade paraense de São Domingos do Capim, com 30 mil habitantes, tem cinco escolas rurais ameaçadas de fechamento. Localizada a cerca de 60 quilômetros da capital Belém, a cidade não representa um caso isolado. No Norte do país, várias escolas do campo estão na mesma situação.
No ano passado, as escolas dos bairros Pequis e Monte Hebron, em Uberlândia, tiveram suas obras concluídas. Porém, das oito escolas construídas, apenas duas receberam alunos em 2017. Neste ano, ainda sem essa questão ter sido resolvida, a prefeitura anunciou que irá terceirizar a administração das escolas que estavam fechadas.
Projeto de Lei aprovado em primeira votação na Câmara paulistana permite que empresas estampem logomarcas em uniformes doados para rede municipal de ensino.
Por: Lucene Magnus – O Diretório Central dos Estudantes João Baptista Rita Pereda junto à União Catarinense das e dos Estudantes, por meio desta nota, expõe à sociedade sua posição acerca do PL 130/2017 intitulado “Programa Escola Sem Partido”.