Maior inflação nos Estados Unidos em 40 anos aumenta expectativa por alta dos juros norte-americanos, gerando fuga de investimentos da Europa para os ativos dos EUA.
Divulgado pelo Banco Central, IBC-Br sofreu queda de 0,44% em abril, diante de temores de recessão mundial.
Aumento de meio ponto percentual afetará a economia de todo o mundo com investidores preferindo desviar seus dólares para os EUA, mas também pode causar recessão e estagflação naquele país.
Economista considera “inexplicável” que Copom tenha elevado a taxa de juros brasileira em um ritmo quatro vezes maior do que o Federal Reserve (BC americano).
A desaceleração da atividade econômica, sem garantias de queda na inflação, são os temores mais evidentes desta política macroeconômica. Para o mundo, isso representa drenagem de dólares de economias emergentes, desvalorizando moedas nacionais e favorecendo exportações.
A desvalorização de moedas em razão das consequências econômicas previsíveis de uma pandemia é uma realidade. No entanto, o comportamento do real, cujo “novo normal” é acima de R$ 5, é influenciado também por fatores internos.
Banco Central do Brasil realizou dois leilões de swap cambial. Mercado reage a anúncio do BC dos EUA, que não implementará juros negativos, e à instabilidade política interna.
Mercado reagiu a anúncio do Federal Reserve, banco central dos EUA. Aguarda, ainda, desdobramentos do vídeo da reunião ministerial de Jair Bolsonaro. Escalada do dólar no Brasil começou antes da pandemia.