História da Beleza no Brasil é um título que denota alguma ambição. Mas Denise Bernuzzi de Sant’Anna, professora de História da PUC-São Paulo, cumpre o que promete. A obra nasceu de um doutorado na Universidade de Paris, onde teve como orientadora Michelle Perrot, autora da copiosa coleção de livros sobre a história da condição feminina.
Questões de gênero são um dos eixos centrais da nossa sociedade. Por isso, é necessário entendê-las para identificar as causas das desigualdades. É o que aponta o livro Feminismo e Política: Uma Introdução, dos cientistas políticos Flávia Biroli e Luis Felipe Miguel.
Na última terça-feira (9), o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) repetiu, na Câmara, o insulto que já havia feito, em 2003, à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). Durante uma plenária, a deputada elogiou o trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que entregou seu relatório final na quarta-feira (10), Dia Internacional dos Direitos Humanos. Quando chegou a vez de o político falar, ao ver que ela deixava o plenário, ele a insultou.
A campanha dos 16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres termina nesta quarta-feira (10), justamente o Dia Internacional dos Direitos Humanos, consagrado pela Organização das Nações Unidas desde 1948.
Por Marcos Aurélio Ruy*, no Portal da CTB
No meio da tarde da última terça-feira (9), estava reunido com blogueiros discutindo o quadro político atual quando uma jovem que participava da reunião interrompeu o orador do momento para anunciar que alguma coisa chamada “Jair Bolsonaro” grunhiu, da tribuna da Câmara dos Deputados, que só não estupraria a deputada pelo PT gaúcho Maria do Rosário porque ela “não merece” ser estuprada por ele.
Por Eduardo Guimarães*, em seu blog
O que está acontecendo com o Congresso Nacional Brasileiro? A completa ausência de ética advinda do conhecimento sem a luz da razão. Os falsos profetas passeiam pelo plenário e utilizam a palavra para ferir e desmoralizar a imagem das mulheres representada pela bancada feminina que ora está em minoria naquela casa.
Por Fátima Teles*, para o Portal Vermelho
A situação da mulher no Brasil e no mundo esteve em debate durante os três dias do Seminário Internacional Mulheres: Fome, Pobreza e Tráfico Humano, em Brasília. Nesta sexta-feira (17), último dia do evento promovido pela Cáritas Brasileira, organização humanitária vinculada à Igreja Católica, integrantes das regionais da entidade e dos movimentos participantes do seminário se reuniram, em grupos, a fim de discutir como tudo que foi tratado no encontro poderá ser levado para os estados.
A situação da mulher no Brasil e no mundo esteve em debate durante os três dias do Seminário Internacional Mulheres: Fome, Pobreza e Tráfico Humano, em Brasília. Nesta sexta-feira (17), último dia do evento promovido pela Cáritas Brasileira, organização humanitária vinculada à Igreja Católica, integrantes das regionais da entidade e dos movimentos participantes do seminário se reuniram, em grupos, a fim de discutir como tudo que foi tratado no encontro poderá ser levado para os estados.
A situação da mulher no Brasil e no mundo esteve em debate durante os três dias do Seminário Internacional Mulheres: Fome, Pobreza e Tráfico Humano, em Brasília. Nesta sexta-feira (17), último dia do evento promovido pela Cáritas Brasileira, organização humanitária vinculada à Igreja Católica, integrantes das regionais da entidade e dos movimentos participantes do seminário se reuniram, em grupos, a fim de discutir como tudo que foi tratado no encontro poderá ser levado para os estados.
Trabalhadoras do campo, militantes da Contag, também conhecidas como “Margaridas” lançam nota em apoio à reeleição de Dilma Rousseff. As mulheres camponesas defendem a atual presidenta por ser representante do projeto político que melhorou consideravelmente a vida dos trabalhadores do campo na última década.
O Brasil é campeão
Em matança de mulher
Tá na sétima posição
E você tem que dar fé
Que isto não pode ser:
Quantas mais tem morrer
Pra tu meter a colher?
Por Salete Maria (*)
Pela primeira vez na América Latina, o Facebook disponibilizou a opção “gênero personalizado”, permitindo ao usuário escolher entre 54 alternativas. As categorias foram elaboradas por organizações que militam pela diversidade sexual na Argentina.
Por Danielle Cambaúva, na Carta Capital