As principais ruas de Tóquio, no Japão, foram tomadas nesta segunda-feira (19) por cerca de 60 mil manifestantes. O protesto foi organizado para pressionar as autoridades japonesas a redobrar as atenções e os cuidados para evitar acidentes radioativos, como os registrados recentemente na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão. Os acidentes ocorreram há seis meses, em consequência do terremoto seguido por tsunami.
Com flores, orações e um minuto de silêncio, o Japão lembrou neste domingo (11) as vítimas da catástrofe que seis meses atrás assolou a costa nordeste do país – onde os habitantes lutam para refazer suas vidas em meio ao avanço da reconstrução.
O novo primeiro-ministro do Japão, Yoshihiko Noda, apresentou nesta sexta-feira (02) sua equipe, formada por 17 ministros, e escolheu para a pasta das Finanças um parlamentar experiente. É Jun Azumi, de 49 anos, que terá a missão de estimular o crescimento da economia japonesa e reduzir a dívida do país.
O Parlamento do Japão elegeu nesta segunda-feira (29) o novo primeiro-ministro, Yoshihiko Noda, de 54 anos. Ele é o sexto primeiro-ministro do país em cinco anos. Ex-ministro das Finanças, Noda é considerado pragmático e tem sido um crítico em relação à falta de coragem dos políticos devido às dificuldades econômicas causadas pelo terremoto seguido por tsunami, em 11 de março.
Os níveis de radiação nos reatores de Fukushima, no Japão, aumentaram nas últimas semanas, alcançando patamares de até 10.000 milisieverts (mSv) por hora. Este foi o nível máximo informado pela Companhia Elétrica de Tóquio, a Tepco, desprestigiada empresa proprietária da central nuclear, embora caiba dizer que esse número é o máximo que o Contador Geiger possa medir. Em outras palavras, os níveis de radiação literalmente ultrapassam todas as medições.
Por Amy Goodman, no Democracy Now!
O Partido Democrático do Japão (PDJ) declarou nesta segunda (22) que no próximo dia 29 de agosto convocará eleições para presidente, que se tornará o novo primeiro-ministro do Japão, diante da esperada renúncia do atual chefe de governo, Naoto Kan.
Depois uma onda de questionamentos públicos, o premiê japonês Naoto Kan anunciou nesta quarta-feira (10) que deixará o cargo no final do mês de agosto.
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, encorajou nesta segunda-feira (8) na cidade japonesa de Fukushima as centenas de pessoas que permanecem fora de suas casas, cinco meses depois do devastador tsunami de março que originou uma crise na vizinha usina nuclear de Fukushima Daiichi.
Em nota divulgada nesta sexta-feira (5), a presidente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes, presta solidariedade ao povo japonês em memória aos 66 anos do ataque nuclear de Hiroshima e Nagasaki. Socorro define episódio como “o mais fulminante, o pior holocausto de toda a história da humanidade”.
O Japão vai demitir três altos funcionários do setor de energia nuclear pela gestão da crise na usina Fukushima e uma série de escândalos que aumentaram a desconfiança da opinião pública a respeito da energia nuclear, anunciou o governo.
O Parlamento japonês aprovou nesta quarta-feira (3) uma lei para a criação de uma entidade que canalizará e pagará compensações aos indivíduos e empresas afetados pela crise nuclear na usina de Fukushima, informou a agência local Kyodo. A previsão é de que a entidade seja constituída e comece a realizar os pagamentos aos afetados até o fim de agosto.
Um nível recorde de radiação foi registrado entre os edifícios de dois reatores da central nuclear de Fukushima, na segunda-feira (1º/8). A informação foi divulgada pela Tepco (Tokyo Electric Power), administradora da central afetada pelo terremoto e tsunami que atingiram o Japão em 11 de março.