A Tokyo Electric Power Company (Tepco), que administra a Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do Japão, identificou hoje (2) o nível mais alto de radiação dos últimos quatro meses. A medição ocorre desde o terremoto seguido de tsunami que atingiu o país em 11 de março, causando vazamentos e explosões na usina.
O diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, ofereceu nesta terça-feira (26) ao primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, o respaldo do organismo para a descontaminação da zona de Fukushima, epicentro da pior crise nuclear desde a de Tchernobil.
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, negou nesta terça-feira (26) que tenha a intenção de dissolver a Câmara a curto prazo e defendeu a realização de eleições gerais em meados de 2013.
A Câmara Baixa do Japão aprovou nesta quarta-feira (20) o segundo orçamento extraordinário no valor de R$ 39,8 bilhões para a reconstrução das áreas do nordeste do país afetadas pelo terremoto e tsunami de março.
Yu Muroga é um motorista japonês que tentava evacuar área atingida por terremoto que assolou o país em março deste ano. Não imaginava que mesmo longe da costa, seria pego pelas águas que subiram rapidamente em função do tsunami.
O governo japonês disse nesta terça-feira (19) que começará a retirar o combustível nuclear das piscinas de armazenamento na usina danificada de Fukushima Daiichi até no máximo 2015.
Autoridades do Japão confirmaram nesta terça-feira (12) que a carne bovina produzida na região de Fukushima foi contaminada por césio, registrando três vezes mais radiação do que o permitido legalmente. O ministro da Saúde do país, Ritsuo Hosokawa, suspendeu a venda e o consumo da carne.
O ministro da Reconstrução do Japão, Ryu Matsumoto, pediu nesta terça-feira (5) demissão do cargo. Pressionado por críticas de que sua atuação foi insuficiente para atender às demandas das regiões afetadas pelo terremoto seguido por tsunami, em 11 de março. Matsumoto se reuniu com o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, e entregou a carta de renúncia.
O ministro da Reconstrução do Japão, Ryu Matsumoto, pediu nesta terça-feira (5) demissão do cargo. Pressionado por críticas de que sua atuação foi insuficiente para atender às demandas das regiões afetadas pelo terremoto seguido por tsunami, em 11 de março. Matsumoto se reuniu com o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, e entregou a carta de renúncia.
O ministro da Reconstrução do Japão, Ryu Matsumoto, pediu nesta terça-feira (5) demissão do cargo. Pressionado por críticas de que sua atuação foi insuficiente para atender às demandas das regiões afetadas pelo terremoto seguido por tsunami, em 11 de março. Matsumoto se reuniu com o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, e entregou a carta de renúncia.
O Brasil e o Japão intensificarão a campanha pela reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), na Assembleia Geral da ONU, em setembro. A ideia de ampliar as 15 vagas atuais – cinco permanentes e dez rotativas –, sem apontar eventuais candidatos nem regiões, tem o apoio de mais de cem países.
As autoridades japonesas determinaram nesta quinta (30) o esvaziamento do Grand Prince Hotel Akasaka, onde estavam vivendo mais de 300 famílias que perderam suas casas devido ao terremoto seguido por tsunami, em 11 de março. O hotel será demolido e as famílias transferidas para outros locais em Tóquio.