O nazi-fascismo e o neoliberalismo são manifestações inequívocas do capitalismo.
Por Osvaldo Bertolino
Os liberais elogiam a Alemanha moderna como uma grande história de sucesso. Mas por trás do verniz da prosperidade, o ressentimento cresce entre os alemães comuns.
O jornal O Estado de S. Paulo reproduz uma matéria de Ellen Barry, do The New York Times, com título “Políticas de austeridade enfurecem jovens da esquerda britânica”, dizendo que “a alta nos preços dos aluguéis e os baixos salários contribuem para a insatisfação da juventude inglesa e os afastam do capitalismo”.
Alguns dias antes do início do Carnaval, o IBGE divulgou o resultado oficial das Contas Nacionais para 2018. Como era de se esperar, os números vieram a confirmar aquilo que já se anunciava como o fracasso da política econômica implementada desde o início do austericídio em 2015.
Há alguns dias, apareceu na capa dos maiores jornais dos dois lados do Atlântico Norte uma notícia que caiu como uma bomba; vejamos o que ocorreu e o burburinho que ela gerou.
Por Vicenç Navarro, na Carta Maior:
É tragicamente comum analistas caracterizarem este começo de século como uma era de distopia, ou seja, de ausência de utopia, de desespero, de privação. Paralelamente às radicalizações, ao empobrecimento da política, à negação do pluralismo como valor, encontra-se o estreitamento dramático das possibilidades de participação do ser humano na produção social.
Por Edney Cielici Dias*
A sanha privatizante e sua hipocrisia parecem não ter mais limites e crescem como ameaça à própria democracia. Pensamento, valores, ações e políticas nessa linha de desmantelamento dos princípios republicanos do estado capitalista ocidental (e estou me limitando à sociedade existente e não outra possível e desejável) sinalizam a incompatibilidade entre privatização e os pilares mínimos do regime democrático num contexto inédito da voracidade neoliberal.
Por Álvaro Miranda, no Disparada
Posse de presidentes de bancos públicos se transformou em palco de pregadores neoliberais.
Por Osvaldo Bertolino
As medidas econômicas do governo de extrema direita de Jair Bolsonaro que empurram o país para o abismo do ultraliberalismo foram analisadas pela economista Leda Paulani, durante o programa "No Jardim da Política".
Por Leonardo Fernandes e Nina Fideles, para o Brasil de Fato*
A mídia-empresa de língua inglesa, depois de tentar de tudo para não cobrir os protestos (e para manter a opinião pública norte-americana e britânica fixada em russos imaginários), acabou forçada a iniciar o delicado processo de deslegitimar os Coletes Amarelos
por C. J. Hopkins*
No Brasil, marcado por transições lentas, graduais e seguras, podemos assistir a um retrocesso civilizacional (lento, gradual e seguro).
Por Elias Jabbour, especial para o Portal Vermelho*
Tática é enfraquecer o trabalho para trair o capital.
Por Osvaldo Bertolino*