Movimentos populares protestaram contra a reunião de líderes das 19 maiores economias do mundo e da União Europeia.
Por Vivian Fernandes, do Brasil de Fato
Na agenda de mobilizações estão previstas a Cúpula dos Povos, na quinta (29), e uma grande marcha nesta sexta-feira (30).
O receituário neoliberal do atual governo, a ser aprofundado pela presidente eleito, substitui a construção de um ambiente de trabalho digno pelo ganho indecente de produtividade.
Por Marcio Pochmann*
O mundo vive uma época de convulsões, de rupturas políticas em várias latitudes que vêm se acentuando rapidamente nesses últimos anos. A base desses cataclismos reside em uma crise financeira, econômica global, de grande magnitude, muito mais que mudanças culturais, comportamentais ou ideológicas que são alardeadas como o centro do que presenciamos.
Por Eduardo Bonfim*
Neste artigo, publicado em agosto, em várias sítios da internet, o autor analisa o peso do dólar nas relações econômicas internacionais.
O drama da caravana com milhares de migrantes da Guatemala, Honduras e El Salvador com destino aos Estados Unidos retrata a catástrofe social e econômica do modelo econômico e social que vem sendo reinserido na América Latina. Fala-se em sete mil pessoas, mas há jornais que calculam o dobro disto.
As contradições são parte essencial de todo e qualquer projeto, mas é objetiva a reunião de forças em torno de um projeto ultraliberal e disposto a enterrar todo e qualquer rastro, não de “comunismo”, e sim de socialdemocracia. Confira o segundo artigo do Observatório da Economia Contemporânea.
Por Elias Jabour
Será que mesmo fazendo as reformas, e obtendo superávit nas contas, o novo governo manterá baixa a taxa Selic? É provável que não, que haja aumento das taxas da dívida ainda que em situação fiscal confortável, porque essa é a lógica do mercado.
Por Luís Fernando Vitagliano*
A constatação da nota técnica das centrais sindicais de que o fim do Ministério do Trabalho representa o retorno do Brasil à década de 1920 é uma verdade-síntese incontestável.
Por Osvaldo Bertolino*
"O risco Bolsonaro dado o tamanho do Brasil é o risco de disruptura civilizacional no quinto maior país do mundo, levando consigo um raio de destruição capaz de arrastar grande parte da América Latina consigo".
Por Elias Jabour*
O príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança, descendente em linha direta dos imperadores D. Pedro I e D. Pedro II e, nessa condição, membro proeminente da Casa Imperial Brasileira, é um destacado líder conservador, que foi cotado pra ser candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro.
Por José Carlos Ruy*
Um argumento que está sendo bastante utilizado para alegar que Bolsonaro não representa um risco à democracia é que não há como classificá-lo como autoritário, dado que seu programa de governo defende uma proposta de economia neoliberal, formulada por Paulo Guedes.
Por Grazielle David*