"Aos setores democráticos e populares, a todos os cidadãos de bem, comprometidos com o desenvolvimento do pais e o progresso social, cabe a luta tenaz de resistência, para impedir um grave retrocesso (…), garantir a democracia e impor a derrota aos setores retrógrados, inconsequentes, antipovo e antipátria".
Por Aluísio Arruda*
Numa eleição presidencial a escolha muitas vezes é movida por sentimentos negativos, entre os quais se destaca o medo.
Por José Carlos Ruy*
Se fascismo e liberalismo não são iguais, tão pouco existe entre eles uma muralha intransponível. Diria mesmo que existem mais pontos de convergência do que sonha a nossa vã filosofia.
Por Augusto Buomicore*
Passada a longa agonia da marcha das apurações de 07 de outubro, agora as forças democráticas devem voltar suas energias unitárias e agregadoras para evitar o desastre maior em nosso País. O caminho da civilização (ainda que meio capenga em sua versão tupiniquim) contra a barbárie declarada passa, sem sombra de dúvida, pela derrota eleitoral de Jair Bolsonaro no segundo turno.
Paulo Kliass *
"O neoliberalismo tem uma particularidade, explica Chauí, não se trata de uma mutação histórica do capitalismo com a passagem da hegemonia econômica do capital produtivo para o capital financeiro. O neoliberalismo é uma mutação sócio-política: é a nova forma do totalitarismo".
Por Pedro Oliveira*
Em seminário realizado em SP, filosófo estadunidense alerta: a democracia declina diante do poder corporativo
Por Leonardo Fernandes e Pedro Ribeiro Nogueira, do Brasil de Fato
O golpe de 2016 foi, mais do que uma fraude política e jurídica, uma ruptura com o ciclo de governos democráticos e progressistas para restaurar a ordem neoliberal. O impeachment fraudulento da presidenta Dilma Rousseff e a prisão do ex-presidente Lula são os atos principais dessa farsa.
Por Osvaldo Bertolino*
Há uma dicotomia clara nas propostas de governo dos candidatos dos campos progressista e conservador. Ela se resume à oposição entre o “equilíbrio fiscal” e o desenvolvimento com progresso social.
Por Osvaldo Bertolino*
O fascismo neoliberal é a expressão máxima de uma cultura política que “erode a memória, substitui a emoção pela razão, abraça o anti-intelectualismo” e o individualismo, enquanto, ao mesmo tempo, instrumentaliza medos e preconceitos profundamente enraizados no tecido social.
Por Aline Piva
“A agressividade do discurso de Bolsonaro é a aparência de uma agressividade muito maior contra o povo, que é seu projeto de austeridade e privatizante, a serviço dos interesses do grande capital financeiro internacional”.
Por Flávia Calé*
Fogo é a materialização da Emenda Constitucional 95, uma negociação entre um presidente ilegítimo e um Congresso carente de legitimidade.
Por Roberto Amaral*
31 de agosto de 2016 é uma data que lembra uma página triste da história brasileira. Foi o dia em que o Senado concluiu a votação do processo de impeachment de Dilma Rousseff, o que resultou em seu afastamento definitivo da Presidência e na consolidação do ilegítimo Michel Temer no cargo. Este já assumira como interino em 12 de maio.
Por Umberto Martins*