Ordem verbal de Hegseth para que “ninguém fosse deixado vivo” reacende denúncias de crime de guerra e leva Congresso a abrir inquéritos sobre a ofensiva contra a Venezuela
Enquanto Donald Trump analisa planos militares contra Nicolás Maduro — com controle de petróleo e aeroportos — vejamos por que o cenário aponta mais para um fiasco do que para vitória
Almirante Alvin Holsey, do Comando Sul, deixa o cargo após divergências sobre ataques no Caribe e centralização das decisões por Trump
Em memorando de 17 páginas, governo Trump obriga repórteres a submeter informações à aprovação oficial
Bilionário, que comanda empresas rivais da indústria chinesa, recebeu informações privilegiadas sobre planos militares dos EUA para conter avanço de Pequim
Uma série de vazamentos de inteligência dos EUA, chamados de Discord Leaks, revelam um presidente ucraniano capaz de jogo sujo e o Pentágono ciente de tudo, entre outros segredos
O Pentágono, que com seus ataques e sanções, contribuiu, ao longo da história, para sabotar os movimentos populares, ajudando a perpetuar o fundamentalismo religioso no Oriente Médio, aproveita a tragédia para passar uma imagem de bom-mocismo.
Pentágono receia que, durante cinco anos, os EUA atuarão em conflitos militares, mas não conseguirão pagar por eles por falta de dinheiro, segundo afirma a revista Forbes.
Dentro de 20 anos a Rússia e a China poderão atingir ou mesmo superar o nível dos EUA e seus aliados nas áreas militar e econômica, diz o relatório Ambiente operacional conjunto 2035 (JOE 2035), divulgado pelo centro de pesquisa do Pentágono. A redução de recursos dos norte-americanos e seus aliados terá um impacto negativo sobre o papel dominante dos EUA no mundo.
Segundo dados divulgados pelo Pentágono na sexta-feira (9), foi registrado um aumento de 50% no número de casos de agressão sexual em três das cinco academias militares dos EUA, no ano letivo de 2015 em comparação ao de 2014.
As ações e a retórica dos responsáveis da Otan e do Pentágono indicam que as duas estruturas militares agem a partir de um preconcebido: o de que Moscou, Pequim e Teerã promovem os seus interesses de forma agressiva e ameaçam o bloco, enquanto na realidade não fazem isso, destaca o autor norte-americano Stephen Lendman.
O Comitê de Serviços Armados do Senado dos Estados Unidos aprovou nesta terça-feira (10) por unanimidade a nomeação de Ashton Carter como novo secretário de Defesa, em lugar de Charles Hagel.