O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (16), afirmou que a "porteira para a corrupção" na Petrobras foi aberta durante o governo tucano de Fernando Henrique Cardoso.
Em sessão do Senado nesta terça-feira (3), o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) anunciou a devolução ao Executivo da medida provisória que reduz o benefício fiscal de desoneração da folha de pagamento de 56 segmentos da economia (MP 669/2015). A atitude hostil do presidente do Senado contrariou os interesses do governo.
Em um jantar que reuniu as principais lideranças do PMDB na noite desta segunda-feira (2) no Palácio da Alvorada, a presidenta Dilma Rousseff se comprometeu em reunir semanalmente com os partidos que compõem a base do governo com a finalidade de debater as próximas medidas que o governo pretende adotar.
O presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, disse em jantar com a cúpula do Partido e ministros do Governo Dilma, nesta segunda-feira (23), que a presidenta pode contar “seguramente” com os peemedebistas para votação das medidas propostas pelo governo para ajuste da economia.
O deputado Leonardo Picciani (MG) foi eleito, nesta quarta-feira (11), novo líder do PMDB na Câmara dos Deputados. Picciani venceu o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) por apenas um voto. Foram 34 votos favoráveis ao novo líder contra 33 de Vieira Lima.
Em encontro de pouco mais de uma hora na tarde de hoje (5), a presidenta Dilma Rousseff recebeu os presidentes recém-eleitos da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). A conversa teve a participação do vice-presidente da República, Michel Temer. Foi a primeira reunião de Eduardo Cunha com Dilma Rousseff após sua eleição para presidente da Câmara, no último domingo (1º). Nenhum deles, no entanto, conversou com a imprensa, antes ou depois da audiência.
O PMDB oficializou nesta sexta-feira (30) o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) como candidato do partido à presidência do Senado. A reunião da bancada do partido terminou com 15 dos 19 senadores pemedebistas se manifestando a favor da reeleição de Renan, que é o atual presidente da Casa.
O feitiço vira contra o feiticeiro. O velho ditado parece cair muito bem para o caso da gravação entregue como “denúncia” pelo candidato a presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Isso porque um perito da Polícia Federal, ouvido pela Folha de S. Paulo, analisou o áudio e o classificou como armação o que Cunha chama de “alopragem” para envolvê-lo como receptor de propina na Operação Lava Jato.
Distanciado da origem social democrata, o PSDB adotou o receituário inspirado no Consenso de Washington, abraçou explicitamente o moralismo da velha UDN em 2010 e em 2014 saiu das urnas fortalecido à direita.
Por *Ricardo L. C. Amorim e **Keila C. G. Rosa, no Brasil Debate
Sem grandes alardes, o comando nacional do PMDB oficializou nesta quarta-feira (14) apoio às candidaturas do partido para as presidências da Câmara e do Senado, com o deputado Eduardo Cunha (Rio de Janeiro) e o senador Renan Calheiros (Alagoas), respectivamente.
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), negou qualquer insatisfação de seu partido, o PMDB, com a montagem do ministério do segundo governo Dilma Rousseff. A declaração foi dada por meio de nota, no início da noite desta segunda-feira (5).
O jornal Folha de S.Paulo deste domingo (23) traz um perfil de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), cotado para ser presidente da Câmara dos Deputados. Uma das revelações é que Cunha pede a empresas doações para outros candidatos além dele. Com isso, monta uma “uma cadeia de agradecimentos”.