A Justiça reconheceu o caráter eleitoreiro da última edição de Veja – e proibiu que seja feita publicidade da revista. Reparem: não se impede a circulação da revista, mas se proíbe que a edição cumpra seu papel nefasto de propaganda mentirosa a serviço do PSDB – às vésperas da eleição.
Por Rodrigo Vianna, em seu blog
O debate de ontem terminou na primeira pergunta. Aécio Neves tentou usar a última edição da Veja para colocar Dilma contra a parede. A presidente deu uma resposta a altura, desqualificando uma denúncia que nem seu autor — nem a revista que a publicou — conseguem sustentar com base em provas. Foi uma colocação firme, sem piscar.
Por Paulo Moreira Leite, em seu blog
Encerrando uma das campanhas mais disputadas e agressivas da história do Brasil, aconteceu nesta sexta-feira (24) o debate entre a candidata Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves (PSDB), promovido pela TV Globo.
Da Redação do Portal Vermelho, Dayane Santos
O ex-diretor da revista Veja, o jornalista Paulo Nogueira pede ajuda dos leitores para investigar a sonegação cometida pela empresa dos irmãos Marinho. Fundador do portal Diário do Centro do Mundo, ele criou um projeto de crowdfunding (financiamento para iniciativas de interesse coletivo) que está a três dias de sair do ar.
A máfia da mídia age de forma combinada e desigual, disparando vários tiros. Na terça-feira (30), o Estadão plantou factoides contra os Correios para tentar salvar o cambaleante Aécio Neves. Já nessa quinta-feira (2), o jornal O Globo inventou uma estória ridícula para atingir a presidenta Dilma.
No último debate do primeiro turno entre os presidenciáveis, realizado nesta quinta-feira (2) pela Rede Globo, a presidenta Dilma Rousseff demonstrou segurança e preparo, Marina Silva (PSB) desespero e falta de proposta e o tucano Aécio Neves (PSDB) incoerência e bravata.
Por Dayane Santos, da Redação do Portal Vermelho
A três dias das eleições, a edição do jornal O Globo estampa em sua capa factoide com claras intenções eleitorais: "Ata da Petrobras diz que ex-diretor renunciou", afirma a manchete. Como pode-se ver aqui, a ata da CPI da Petrobras no Senado comprova que a decisão da saída de Paulo Roberto Costa da estatal foi totalmente alheia à sua vontade, sendo-lhe comunicada por Edison Lobão, ministro de Minas e Energia.
O editorial do jornal O Globo de quinta-feira (25) é mais uma prova de que a famiglia Marinho tem medo da verdade. Ela teme que os carrascos da ditadura, que torturaram e mataram, sejam identificados e punidos. Teme que os empresários que financiaram os órgãos de terror sejam denunciados. Ela teme, principalmente, que venha à tona o papel da mídia na preparação do golpe e no apoio ao regime militar.
Por Altamiro Borges*, em seu blog
Na sexta-feira (26), a presidente Dilma Rousseff deu a primeira entrevista de seu mandato a blogueiros independentes. Por conta da legislação eleitoral, porém, à diferença da entrevista que o ex-presidente Lula deu a blogueiros em 2010 logo após as eleições daquele ano, ela não pôde recebê-los no Palácio do Planalto.
Por Eduardo Guimarães, no blog da Cidadania
O presidente da Unegro, Edson França, em entrevista exclusiva para a Rádio Vermelho, fala sobre a as ações da Unegro e de outros movimentos sociais contra o seriado racista da Globo, Sexo e as Nega. Edson revelou que o movimento negro e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir) já questionaram formalmente a Globo sobre o seriado, mas que foi ignorada pela emissora e por isso as ações serão itensificadas em conjunto com outros movimentos.
Já afirmei, em algumas ocasiões, que a imprensa brasileira não guarda mais uma relação orgânica com o jornalismo. Essa assertiva tem provocado protestos de jornalistas, alguns dos quais, sobreviventes nas grandes redações, atuam quase como guerrilheiros em trincheiras da boa conduta profissional.
Por Luciano Martins Costa, para o Observatório da Imprensa
Todo o mundo jornalístico já conhece o velho vício do jornalismo de opinião: não deixar ao espectador a chance de pensar; de tecer o próprio juízo sobre determinado assunto. Pois o que deve prevalecer, sempre, é a opinião do dono da mídia. Se, por exemplo, o dono da mídia é a favor da redução da maioridade penal, o telejornal não dará margem ao contraditório.
Por Michel Arbache*, para o Jornal GGN