A necessidade de ampliar a quantidade de estabelecimentos de ensino vinculados à rede municipal e estadual de educação no campo reúne nesta terça-feira (16) 650 educadores, que trabalham em assentamentos da reforma agrária, num encontro no Centro de Capacitação de Faxinal do Céu. Essas instituições atendem cerca de 20 mil estudantes paranaenses.
Flaviano Pinto Neto era presidente da Associação dos Pequenos Produtores Rurais do povoado Charco, no município de São Vicente Férrer. Flaviano foi morto com oito tiros, vítima do conflito agrário na região. Ele tinha 45 anos e deixa cinco filhos.
"A educação constitui instrumento de formação teórica e estratégica essencial para que os povos do campo possam avançar nas suas lutas. Por isso e por entender que não existe sistema de educação sem estrutura física que lhe dê materialidade, reafirma-se, aqui, a luta não apenas para impedir o fechamento das escolas no campo, mas para a construção de mais e melhores escolas no campo.”
A política de educação no campo, que se propõe a reduzir o analfabetismo no Brasil, foi objeto de decreto assinado pelo Presidente Lula nesta quinta-feira (4) e publicado no Diário Oficial da União de hoje (5). O decreto presidencial também torna o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera) uma política permanente de Estado em favor das comunidades que vivem no campo.
A Contag e outras organizações sociais do campo promovem nesta quinta-feira (4), às 18h30, um ato público de lançamento do Fórum Nacional de Educação do Campo. A ação faz parte da programação do IV Seminário Nacional do Programa de Educação na Reforma Agrária (Pronera), que ocorre de 3 a 5 de novembro, no auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, em Brasília.
A candidata à presidência da República, Dilma Rousseff (PT) coloca como prioridade de seu governo a erradicação da miséria. As entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA) concorda com esta prioridade. E declararam seu apoio à eleição de Dilma com a entrega oficial do documento na manhã desta quarta-feira (20), em Brasília. O Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo é composto por 54 entidades nacionais do campo e da cidade.
95% dos participantes do plebiscito promovido pelo Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo afirmaram ser favoráveis à fixação de um limite para o tamanho das propriedades rurais.
A pressão por resultados e cumprimento de metas têm tornado doenças como depressão e síndrome do pânico recorrentes em quem trabalha como operador de teleatendimento.
Domicílio de um eleitorado mais conservador, os pujantes interiores rurais de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Paraná e Santa Catarina foram mais sensíveis à mistura de política com temas religiosos, disseminada na internet e em rodas de conversa pelo país, optando pelo tucano José Serra.
Nesta terça-feira (28), o Ministério do Desenvolvimento Agrário recebeu oficialmente duas fazendas do traficante Fernandinho Beira Mar, onde já residem cerca de 30 famílias de trabalhadores rurais. Assim que as áreas forem transferidas em cartório para o Incra de Goiás, será criado o Projeto de Assentamento José Carlos da Silva, em homenagem a um ex-militante da reforma agrária no estado e as famílias serão oficializados como beneficiários da reforma agrária.
Duas semanas após o início do Plebiscito popular pelo limite de propriedade da terra, organizado por diversas organizações dos movimentos sociais, o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, afirmou nesta quarta-feira (15) ser favorável ao limite de propriedades rurais no país. Ele destacou, entretanto, que é preciso considerar as diferenças regionais de cada estado e que não é possível estabelecer um tamanho limite de área para todo o Brasil.
Grande número de pessoas atendeu ao chamado da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Agricultura (Contag) e de outras 53 entidades que integram o Fórum Nacional pela Reforma Agrária e Justiça no Campo (FNRA) e participaram da votação do plebiscito popular pelo limite da terra, durante a semana da Pátria (1º a 7) e do abaixo-assinado que será encaminhado ao Congresso Nacional.