Se o Supremo mantiver o patamar de 12% de juros como compensação pela desapropriação do imóvel rural descumpridor de função social estará contribuindo para o inexplicável rentismo pago aos senhores dos latifúndios improdutivos do Brasil.
Por Gustavo Noronha e Carlos Gondim*
A manhã deste sábado (05), na III Feira Nacional da Reforma Agrária, em São Paulo, foi marcada pela presença de políticos, que prestaram apoio à produção dos assentamentos do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra). Entre eles estava a pré-candidata do PCdoB à Presidência da República e deputada estadual (RS), Manuela D’Ávila.
Este sábado (05) é o terceiro e penúltimo dia da 3ª Feira Nacional da Reforma Agrária do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A feira terá uma programação diversificada com debates sobre consumo de alimentos saudáveis, shows e uma homenagem ao economista Paul Singer, morto em abril deste ano. Além disso, haverá a venda de livros, café literário, troca de sementes e exposição e venda de artesanato e atividades destinadas às crianças.
O Parque da Água Branca, em São Paulo, recebe a terceira edição da Feira Nacional da Reforma Agrária, organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), entre 3 e 6 de maio, a partir das 10 horas. Evento terá 200 toneladas de alimentos orgânicos produzidos em 23 estados do Brasil, trazidos por cerca de 800 feirantes. Shows começam na quinta-feira (3) e vão até o domingo (6)
No desmonte das políticas sociais resultantes do golpe de 2016, o governo Michel temer não realizou o assentamento de nenhuma família de agricultores no Brasil ao longo de todo o ano de 2017. Este é o pior resultado desde 1995.
O Parlamento sul-africano aprovou uma emenda constitucional que irá acelerar o processo de transferência das terras agrícolas detidas por proprietários brancos para a comunidade negra. A proposta foi apresentada pelos Combatentes pela Liberdade Econômica, de esquerda, e foi apoiada pelo Congresso Nacional Africano (ANC), no poder
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) contesta e chama de "falácia" o anúncio, feito na quinta-feira (01) pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmando que, em 2017, o governo Temer teria emitido 123,5 mil títulos definitivos e provisórios de domínio de imóveis para famílias assentadas, como parte do programa de reforma agrária. O volume, de acordo com Padilha, seria dez vezes superior ao da média histórica desde 2003.
O líder camponês João Pedro Teixeira, que viveu na Paraíba e teve grande destaque na militância agrária no final dos anos 1950, construiu uma trajetória de luta que virou referência para os trabalhadores do campo.
Os conflitos no campo brasileiro se assemelham à guerra. Guerra agrária que sempre foi latente e cuja base é calcada na formação socioeconômica dependente brasileira e na expropriação de terras de campesinos, povos indígenas e povos e comunidades tradicionais para dar espaço ao latifúndio exportador de commodities, além de facilitar a acumulação primitiva do capitalismo para os países centrais.
Por Naiara Bittencourt e Alessandra Jacobovski*, da Terra de Direitos
O Projeto de Lei Orçamentário de 2018 ainda passará por análise da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (6).
Por José Eduardo Bernardes*
Neste ano de 2017 cumpre-se uma década sobre a elaboração de um estudo sobre o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), em livro editado primeiramente em Oxford, no ano de 2007 e, depois traduzido, para a língua portuguesa, com o título: "Combatendo a desigualdade social. O MST e a reforma agrária no Brasil" (1).
Por Alexandre Weffort*
Em uma ação protocolada nesta quarta-feira (30) no Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) busca destravar o que classificou como uma total "paralisação da reforma agrária no país".