A economista Laura Carvalho, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP, destacou em artigo publicado nesta quinta-feira (2) na Folha de S.Paulo estudo do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho da Universidade Estadual de Campinas (Cesit) que previu um cenário de perda de R$ 30 bilhões ao ano na Previdência Social com o impacto da reforma trabalhista do governo de Michel Temer.
Por Railídia Carvalho
Os bancos públicos Banco do Brasil e Caixa, administrados pelo governo Temer na era pós-golpe, estão entre as entidades públicas e privadas que patrocinam uma série de seminários a favor dos retrocessos e da retirada de direitos pela Reforma Trabalhista.
Por Paula Zarth Padilha
A PNAD Contínua registrou 65,6 milhões de pessoas fora da força de trabalho no trimestre encerrado em junho, um aumento de 774 mil pessoas (+1,2%) em relação ao 1º trimestre. É o maior número já registrado de pessoas que não trabalham nem procuram emprego.
Levantamento feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a partir do Sistema de Acompanhamento das Informações Sindicais (Sais), indica do total de 113 acordos coletivos fechados, foram identificadas 237 cláusulas relacionadas à reforma trabalhista.
Com a economia estagnada e a legalização do bico, o que mais aumenta no Brasil é a geração de postos de trabalho precários, sem direitos, sem garantias.
Por Tatiana Melim
A reforma trabalhista do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP) avançou sobre as negociações coletivas finalizadas em janeiro e fevereiro deste ano. Embora em 78% dos acordos negociados os sindicatos tenham garantido ganhos reais acima da inflação, as cláusulas sociais foram atacadas pelo empresariado que começa a colocar em prática a nova legislação trabalhista, mostra o levantamento feito pelo Dieese no Sistema de Acompanhamento das Informações Sindicais (Sais).
Por Tatiana Melim
Se depender do pré-candidato do PSDB à presidência da República, Geraldo Alckmin, o trabalhador brasileiro, sem renda e precarizado, continuará sem perspectivas. O tucano, que é apoiado pelos partidos da base do governo de Michel Temer, declarou que a reforma trabalhista será preservada.
Por Railídia Carvalho
Antes da nefasta reforma trabalhista do ilegítimo e golpista Michel Temer (MDB-SP), havia uma jurisprudência que impedia demissão em massa sem a participação dos sindicatos e não era permitido que o negociado prevalecesse sobre o que está na lei, como nos casos de intervalo para descanso e jornada. Com a nova legislação, essas obrigações não são mais necessárias, o que tem colocado milhares de trabalhadores e trabalhadoras na mão dos patrões.
Por Rosely Rocha, especial para Portal CUT
Dados de maio deste ano apontam que o desemprego no Brasil atingiu 13,2 milhões de pessoas, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O cenário empurra o trabalhador para contratos de trabalho precários como o intermitente, legalizado pela reforma trabalhista de Michel Temer.
Por Railídia Carvalho
Desde a aprovação de legislações que alteraram de modo significativo as relações de trabalho no Brasil – seja pela liberalização da terceirização para as “atividades-fim” (Lei nº 13.429/2017) ou pelas inúmeras modificações introduzidas pela Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), com destaque para prevalência do chamado “negociado sobre o legislado” – muito tem se discutido sobre os efeitos dessas mudanças para a classe trabalhadora em geral.
A terceira rodada de negociações entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), ocorre nesta quinta-feira em São Paulo. No dia 12 ocorreu a segunda mesa com a Fenaban, na qual foi definido o calendário de negociações. Além de Saúde e Condições de Trabalho (19 de julho), estão agendadas mesas de Emprego (25 de julho) e Cláusulas Econômicas (1º de agosto).
Com o fim da obrigatoriedade da homologação das rescisões nos sindicatos para contratos com duração superior a um ano – uma das mudanças da "reforma" trabalhista do governo Temer, que vigora desde novembro passado –, cresce o risco do trabalhador ser lesado e não ter os seus direitos devidamente respeitados no momento da demissão.