Com aumento de 92%, política de formação em saúde pública ganha fôlego, prioriza regiões desassistidas e busca reduzir o tempo de espera da população por atendimento especializado
Nova política pública investe R$ 260 milhões para ampliar acesso a médicos e agilizar diagnósticos e cirurgias em áreas com pouca cobertura médica, como Amazônia e Nordeste
É essencial propor soluções para a formação médica, utilizando o setor privado de forma estratégica para o SUS, superando a dicotomia público/privado no projeto nacional de saúde.