Movimentos sociais estão nas ruas nesta terça-feira (13) em todo o país para combater os cortes na educação, mais verbas para a saúde e justiça social. Em Brasília, são destaques o Tsunami pela educação, liderado pela UNE, e as marchas das mulheres indígenas e das Margaridas.
Apoio e união em defesa da Educação pública foram as palavras de ordem entre representantes de movimentos sociais que compareceram na posse da nova direção da União Nacional dos Estudantes que foram eleitos para a gestão 2019-2021 que realizou seu 57º Congresso em julho deste ano em Brasília-DF. A posse ocorreu na última sexta-feira (9), na Faculdade de Economia e Administração da USP (FEA), em São Paulo.
Tudo pronto para a posse da nova diretoria da UNE (União Nacional dos Estudantes), encabeçada por Iago Montalvão. A cerimônia será realizada na sexta-feira (9), às 18 horas, na da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), da qual o próprio Iago é aluno. No mesmo evento, será empossada a próxima diretoria da União Estadual dos Estudantes de São Paulo (UEE-SP).
A União Nacional dos Estudantes (UNE) e mais 186 entidades estudantis (entre DCEs, Centros Acadêmicos e Uniões Estaduais dos Estudantes) lançaram neste sábado (3) um manifesto contra o nefasto programa “Future-se”, anunciado pelo MEC no último dia 17 de julho. O documento ressalta a importância da autonomia das universidades federais, assim como sua independência do setor privado.
De 10 a 14 de Julho, aconteceu em Brasília, o 57º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), entidade fundada em 1937 que representa os estudantes universitários de todo o país. O congresso elegeu o estudante Iago Montalvão para presidir a entidade nos pŕoximos dois anos. Iago, cujo pai, Romualdo Pessoa também já foi diretor da UNE, fala sobre os desafios do movimento estudantil para combater o governo Bolsonaro, inimigo da educação.
O 57º Conune, realizado de 10 a 14 de julho, em Brasília, apontou resoluções importantes para o próximo período. Resoluções de educação, conjuntura, movimento estudantil, moções consensuais e a Carta de Brasília apontam os rumos da entidade agora com o goiano Iago Montalvão na presidência.
Estudantes liderados pela União Nacional dos Estudantes (UNE) foram reprimidos pela Polícia Militar quando faziam manifestação em frente ao Ministério da Educação, onde acontecia uma reunião com reitores das universidades públicas. O protesto era contra o corte de verbas na educação e contra a tentativa de instituir a cobrança de mensalidades nas universidades públicas. Os policiais agrediram os estudantes com gás de pimenta e cassetetes, e prenderam ainda um estudantes.
O ex-presidente Lula enviou carta à União Nacional dos Estudantes (UNE), que realizou, entre os dias 10 e 14 de julho, seu 57º Congresso Nacional. Reunindo milhares estudantes de todo o país, o Conune terminou com a eleição da nova direção da entidade. Marianna Dias passou o cargo de presidente para Iago Montalvão.
57º Congresso da UNE elegeu nova diretoria da entidade, aprovou resoluções, ampliou a campanha pela educação e anunciou o novo ”Tsunami” para o próximo dia 13 de agosto em todo o país.
Do Portal da UNE
Se depender do movimento estudantil, dos trabalhadores e movimentos sociais, o governo Bolsonaro não terá sossego no curto prazo. Haverá grandes mobilizações em agosto que vai culminar no dia 13 com manifestações nacionais em defesa da educação e da aposentadoria dos trabalhadores.
Por Iram Alfaia
Os estudantes que participam do 57º Congresso da União Nacional dos Estudantes (Conune) realizam, em Brasília, na manhã desta sexta-feira (12), uma grande manifestação em defesa da educação, do emprego e da aposentadoria que têm sido alvos do governo de Jair Bolsonaro. Acompanhe abaixo as imagens da manifestação com fotos e imagens produzidas pelo Cuca da UNE, estudantes que fazem a cobertura colaborativa, portal Vemelho e Mìdia Ninja.
A presidenta do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e vice-governadora do estado de Pernambuco participou na quinta-feira (11) do debate “O Brasil a preço de banana: entreguismo e destruição da soberania nacional”, no âmbito do 57º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE). Para ela é preciso uma luta implacável em defesa da democracia e dos fundamentos do Brasil.
Por Osvaldo Bertolino