Brasília foi no 12º Congresso e se prepara para desafios de 2010

 Além dos oito delegados do Distrito Federal, mais de 20 militantes (14 deles do Comitê Regional) que atuam em Brasília acompanharam o 12º Congresso do Partido Comunista do Brasil. Participaram e assistiram a eleição do presidente do PCdoB/DF, Augusto Madeira, para o Comitê Central. “Esta indicação é fruto da atuação destacada da militância no processo de mobilização do Congresso. A militância deu resposta às dificuldades pelas quais passamos e por isso recebeu menção honrosa do Comitê Central. Nossa presença no CC é também consequência prática da compreensão da direção nacional de que o Distrito Federal é uma das regiões metropolitanas mais importantes do país”, considerou Madeira.

Em sua intervenção na Plenária do Congresso, o presidente do PCdoB-DF lembrou os 50 anos da inauguração de Brasília, a ser comemorado em 2010, e fez uma homenagem ao povo brasileiro na figura dos operários construtores da cidade, os candangos, e a Oscar Niemeyer, que está perto de completar 102 anos.

As decisões do Congresso – em especial o Novo Programa Socialista para o Brasil – terão ampla divulgação na Capital Federal. E o Comitê Regional trabalha o planejamento para 2010 “levando em conta as duas tarefas que Renato Rabelo, nosso presidente nacional, em seu discurso de posse, definiu como prioritárias: a guerra eleitoral de 2010 e a construção orgânica de um Partido forte e unido”, afirma o dirigente brasiliense.

No Distrito Federal está na ordem do dia aproximar os partidos que dão sustentação ao governo Lula para discutir a construção do palanque da candidatura à Presidência da República.“Temos independência. Não temos compromisso com nenhum candidato ou partido para eleição de governador e senador no DF.

A hora é de debater idéias e construir o palanque da base do presidente Lula, que apresentou a candidatura da ministra Dilma”, conclama Madeira. Para ter êxito em seus objetivos, o fortalecimento do Partido é uma condição fundamental. “Serão constituídas todas as direções dos organismos, formularemos um plano para os quadros com a orientação de que nenhum quadro fique sem tarefa e daremos regularidade ao funcionamento de todos os organismos”, compromete-se Augusto Madeira. 

De Brasília
Carlos Pompe