EUA lançam sanções e difamação para tentar impedir o avanço da China

Frente a provocações, sanções, intimidação de governo norte-americano, os chineses estão em tranquilidade

Nos últimos tempos, as disputas e os conflitos entre Estados Unidos e China têm sido produzidos pelo governo norte-americano. O primeiro problema é o presidente Donald Trump. Segundo: ele assinou o projeto de Lei da Autonomia de Hong Kong. O terceiro problema é o presidente norte-americano ter assinado a Lei da Autonomia de Uigur. O quarto: Lei da Autonomia de Tibete. O quinto é o comunicado alusivo ao Mar do Sul da China.

Através desses casos, parece que a mão terceira de governo dos EUA sempre está no corpo da China. Queremos saber por quê. Por que o governo dos EUA gosta de mexer nos assuntos internos da China? Há uma pesquisadora japonesa que diz que neste momento a China está em desenvolvimento de ritmo rápido – e que alguns setores da tecnologia estão mais avançados que nos EUA. Mas agora o governo norte-americanos não quer ver uma China Asiática avançada, e por isso inicia usa duas armas frequentes: sanções e dólares contra a China.

Na semana passada, o secretário de Estado dos EUA declarou que está decidindo sanções contra todos os membros do Partido Comunista da China (PCch), para limitar a entrada deles nos EUA. Mas quero perguntar ao senhor secretário de Estado: sabe quantos membros do partido de comunista existem na China? Vou lhe dar a resposta: até 31 de dezembro de 2019, estavam registrados 91 milhões de membros do Partido Comunista na China.

Lei da segurança nacional de Hong-Kong

Hong Kong pertence à China. Ninguém se preocupa tanto com a prosperidade e estabilidade de Hong Kong quanto o governo chinês e sua população. Ninguém presta mais atenção ao bem-estar e aos direitos dos compatriotas de Hong Kong que a China.

O Estado de Direito é um símbolo do progresso da civilização humana e uma garantia da manutenção dos direitos humanos. A Lei de Salvaguarda da Segurança Nacional estipula claramente os princípios do Estado de Direito, incluindo o respeito e a proteção dos direitos humanos. A legislação não só afeta os direitos e liberdades desfrutados pelos residentes de Hong Kong de acordo com a lei, mas permite que os direitos legais e liberdades dos residentes de Hong Kong possam ser exercidos em um ambiente de segurança.

Em contraste, a crise dos direitos humanos exposta pelos Estados Unidos na resposta à epidemia do novo coronavírus é ainda mais alarmante. São relatados mais de 2,6 milhões de casos diagnosticados e quase 130 mil casos fatais. A taxa de mortalidade das minorias étnicas e de grupos de baixa renda é muito maior do que a dos grupos brancos.

Philip Allston, especialista em direitos humanos da ONU, criticou: “Devido à negligência e discriminação de longo prazo, as pessoas de baixa renda e os pobres enfrentam um risco maior de serem infectados. A resposta federal caótica e focada na economia fracassou… Embora a epidemia global ainda seja grave, os Estados Unidos ignoraram completamente os apelos das agências de direitos humanos das Nações Unidas e do ACNUR para suspender o repatriamento forçado de dezenas de milhares de imigrantes para países com más condições médicas, causando desastres de saúde pública”. De acordo com um relatório divulgado pelo governo da Guatemala em abril, quase um quinto das novas infeções por coronavírus do país “é de imigrantes repatriados dos Estados Unidos”.

O conflito no Mar do Sul da China

O comunicado do governo dos EUA faz acusações infundadas sobre as relações da China com outros países da região, ignorando dados históricos de latitude e longitude e fatos objetivos da questão do Mar do Sul da China e violando o compromisso aberto dos EUA na questão da soberania local. A China expressa forte insatisfação e oposição firme a essa conduta.

Atualmente, com os esforços conjuntos da China e dos países da Asean, a situação no Mar do Sul tem-se mantido estável e com um desenvolvimento favorável. A China e os países da Asean firmaram vários progressos positivos na cooperação em operações de busca e salvamento, proteção ecológica e pesquisa científica no âmbito marítimo. A consulta sobre o “Código de Conduta do Mar do Sul da China” está também progredindo rapidamente, tendo entrado no segundo turno de revisão do seu texto.

Em um comunicado conjunto do 52º Encontro dos Ministros das Relações Exteriores da Asean, os dez chanceleres elogiaram a China e os países da Asean pelos seus esforços para completar antes do previsto o primeiro esboço do texto de consulta do “Código de Conduta do Mar do Sul da China”. A soberania chinesa sobre as ilhas do Mar do Sul e relativos direitos e interesses locais foram estabelecidos no decorrer de um longo processo histórico, baseado em fundamentos legais sólidos como a Carta das Nações Unidas e a Convenção da Legislação Marítima. Mas a marinha americana enviou tropas para levar a cabo exercícios militares no Mar do Sul da China, revelando o seu plano de exponenciar a militarização no Mar do Sul.

Ao mesmo tempo, alguns políticos dos EUA usam os direitos humanos e a liberdade de navegação como ferramentas de supressão política de outros países, sabotando a causa internacional dos direitos humanos. Se os EUA realmente pretendem a salvaguarda dos direitos humanos e a liberdade de navegação, deveriam abandonar a mentalidade de Guerra Fria e parar de se servirem deles como ferramenta para alcançar a hegemonia, encarar a questão doméstica dos direitos humanos e promover o diálogo e a cooperação sinceros nesta questão.

Estima-se que, em 2020, a China será a única das principais economias capaz de atingir crescimento. Assim indicam as recentes estimativas das Perspectivas da Economia Mundial do Fundo Monetário Internacional (FMI) e a opinião pública internacional. No contexto da pandemia de Covid-19 e da recessão da economia mundial, a recuperação contínua da economia chinesa injeta uma forte confiança na recuperação econômica global.

Durante a história da China, de 5 mil anos, o país nunca invadiu outros países – sempre foi invadido por outras nações estrangeiras. Especialmente nos anos 30 do século passado, no massacre de Nanjing, os invasores japoneses mataram mais de 300 mil habitantes locais. Os chineses têm experiência de matanças e violências dos invasores. Mas os chineses nunca estão com medo – nós, assim como os povos africanos, para defesa da nossa terra, combatemos juntos os invasores estrangeiros.

Frente a provocações, sanções, intimidação de governo norte-americano, os chineses estão em tranquilidade – e o governo chinês salvaguardará resolutamente a soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento do país. Sobre os assuntos de Hong-Kong, região autônoma de Tibete, região Autónoma de Uigur, a China tem capacidade de resolver todos assuntos, não precisa da “polícia mundial” (EUA) para se meter em seus assuntos internos e insta os EUA a respeitarem as leis internacionais e as normas básicas das relações internacionais. A China vai adotar contramedidas fortes para responder às ações erradas dos EUA, que assumirão qualquer consequência.

Finalmente, queremos recomendar ao governo dos EUA, caso queira desenvolver o seu país, que não é necessário intimidar outros países. Agora, o planeta é um bairro global.

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