Lula projeta Brasil como 8ª economia após encontrar país devastado

Com o golpe parlamentar de 2016 em Dilma, o país despencou no ranking econômico global. No desgoverno Bolsonaro, saiu das dez maiores economias do mundo para 12ª posição

(Foto: Agência Brasil)

Depois de chegar a sétima economia do mundo nos governos Lula 1 e 2 e de Dilma Rousseff, o Brasil está voltando a posição de oitava finança do planeta, ultrapassando a Itália. Trata-se de uma façanha enorme levando em conta apenas um ano e meio do atual governo.

Afinal, Lula encontrou um país “devastado” como disse no seu último pronunciamento em cadeia de rádio e tevê.

Com o golpe parlamentar de 2016 em Dilma, o país despencou no ranking econômico global. No desgoverno Bolsonaro, saiu das dez maiores economias do mundo para 12ª posição.

“Com responsabilidade fiscal e compromisso com a redução das desigualdades, o Brasil caminha para ser a oitava economia mundial em 2024”, destaca Lula numa reunião com empresários chilenos durante sua última viagem internacional.

O presidente faz a afirmação baseado no crescimento de 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2024.

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Projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI) já coloca o País uma posição à frente no ranking que posicionou o país em nono lugar em 2023. Estudo da agência Austin Rating já põe o Brasil à frente da Itália.

Para chegar a essa situação, o governo destaca os resultados dos investimentos no social e na economia como o resgate de 24 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar e a menor taxa de desemprego em dez anos.

De acordo com a equipe econômica, a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua revelou, em maio passado, que a população ocupada chegou a 100,8 milhões. Na avalição do IBGE, o contingente cresceu 2,8% na comparação anual, o que equivale a mais 2,8 milhões de postos de trabalho frente ao mesmo trimestre móvel de 2023.

Com isso, o número de trabalhadores com carteira assinada chegou a 38,188 milhões, um recorde da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Da mesma forma, o contingente de trabalhadores sem carteira também foi recorde, chegando a 13,5 milhões.

Outra medida da evolução do mercado de trabalho, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que registra os empregos com carteira assinada, recentemente confirmou a boa fase da economia. Com a criação de mais de 240 mil empregos formais em abril, o Governo Lula gerou, desde janeiro de 2023, mais de 2,2 milhões de vagas com carteira de trabalho.

A renda média dos trabalhadores, estagnada há aproximadamente dez anos, também ganhou fôlego no Governo Lula. Em 2023, cresceu 6,6% em um ano e massa salarial atingiu recorde histórico. O rendimento médio das pessoas ocupadas teve alta de 1,5% no trimestre e de 4% na comparação anual.

Outros indicadores positivos têm pavimentado o caminho. O rendimento médio das famílias – incluindo renda de emprego, outras fontes e também programas sociais – bateu recorde em 2023.

O rendimento médio mensal real domiciliar per capita chegou ao maior valor da série histórica da pesquisa: R$ 1.848, com alta de 11,5% ante 2022. Em relação a 2019 (R$ 1.744), ano que anteriormente havia registrado o valor máximo da série histórica, a elevação foi de 6,0%.

Com informações da agência gov

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