A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Jenny Farrell

Nascida na República Democrática Alemã, vive na Irlanda desde 1985; é professora, escritora e editora. É autora de um livro sobre o Romantismo Revolucionário Inglês e uma introdução marxista às tragédias de William Shakespeare. Escreve para a imprensa comunista na Irlanda, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Alemanha, Brasil e Portugal e editou antologias de escrita da classe trabalhadora na Irlanda. É amiga e colaboradora do Vermelho em Dublin.
Caravaggio era barroco?

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Há 250 anos nascia Walter Scott, autor do romance histórico

A história está desaparecendo dos currículos escolares, a consciência histórica é deliberadamente apagada. Os romances no cenário histórico retratam personagens […]

Palestina: A Irlanda envia um sinal

Parlamento em Dublin condena unanimemente a anexação de terras palestinas por Israel

O Cerco de Leningrado: Shostakovich e a escovação aérea da história

A música foi transmitida nas ruas e para as frentes para inspirar toda a nação. O Exército Vermelho planeja interromper a apresentação, bombardeando o inimigo com antecedência, para garantir o silêncio durante as duas horas necessárias para o show.

Comuna de Paris: Para virar as armas contra você, por Jenny Farrel

A trama desenvolvida em “Os dias de Comuna”, de Bertold Brecht, mostra os passos que os comunas dão para começar uma nova vida.

Albrecht Dürer – campeão dos camponeses

O gênio de Albrecht Dürer dominou de tal forma a arte da primeira revolução burguesa na Alemanha que foi chamada de época de Dürer.

Pedro e o Lobo, a mais famosa peça musical de Sergei Prokofiev

Os ouvintes aprendem que a música pode contar sua própria história, uma vez que se compreende que os temas podem representar personagens que se repetem inicialmente até que você os conheça

Rosa Luxemburgo – “para uma ordem social digna da raça humana”

“Quando a maioria dos trabalhadores perceber que as guerras são bárbaras, profundamente imorais, reacionárias e antipopulares, então as guerras terão se tornado impossíveis”. (Rosa Luxemburgo)

Como Charles Dickens pôs as pessoas comuns no centro da história

Em 2020, completaram-se os 150 anos da despedida da vida do romancista inglês Charles Dickens. Jenny Farrell registra a data nesta bela apresentação de sua obra.

Jenny Farrell: O marxismo no século 21

O capital não sairá do palco da história mundial sem luta. Nascido “pingando da cabeça aos pés, por todos os poros, sangue e sujeira”, não deixará o mundo de outra forma.

Marx, Shakespeare, Rei Lear e o precariado moderno

Jenny Farrell interpreta Shakespeare com uma visão marxista e ilustra com análise da peça “Rei Lear”

Os coveiros em Hamlet: a primeira aparição de trabalhadores no teatro

Shakespeare apresenta uma política profética, em que a justiça baseada na classe e a igualdade humana fundamental são discutidas por aqueles cuja tarefa será “acertar o tempo” pela agitação revolucionária

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