A esquerda bem informada
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América Latina

Ventos do Tsunami popular no Chile fazem girar o moinho

Nesta sexta-feira (25) uma gigantesca manifestação popular tomou as ruas de diversas cidades do Chile. Em Santigo, fala-se em dois milhões de manifestantes. Mesmo as estimativas sempre modestas da polícia apontam para 820 mil manifestantes apenas na Plaza Baquedano, região central da Capital, segundo informações do site Opera MundiPor Wevergton Brito Lima 

Jandira: O Chile se levanta, que a luta deles seja também a nossa!

O Chile se levanta. Seu povo se insurge contra uma política que retira direitos e restringe o acesso aos serviços públicos, por muitos anos privatizados. Com coragem, os chilenos gritam: BASTA! Por Jandira Feghali*

Ana Prestes: Luta no Chile e vitória de Evo Morales na Bolívia (vídeo)

De Olho no Mundo: Ana Prestes, especialista em Relações Internacionais e membro da Comissão Política do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB), analisa os últimos acontecimentos na América Latina.

Argentina e Uruguai vão às urnas em uma América do Sul rebelde

O próximo final de semana, último de outubro, será de grande importância para a América Latina e em especial para a América do Sul. A população do extremo Cone Sul, da Argentina e do Uruguai, vai às urnas para eleições presidenciais em um contexto de uma região rebelde e que mais uma vez dá sinais de não se acomodar aos ditames neoliberais. Por Ana Prestes* 

A direita não voltará, diz presidente Evo Morales

O presidente da Bolívia, Evo Morales, descartou nesta quinta-feira (24) que a direita assuma o governo na Bolívia, durante uma concentração maciça de organizações sociais no departamento de Cochabamba. 

América do Sul mostra o caminho: não ao neoliberalismo  

O neoliberalismo está – literalmente – queimando. E do Equador ao Chile, a América do Sul, mais uma vez, está mostrando o caminho. Contra a cruel e única receita de austeridade do FMI, que utiliza armas de destruição econômica em massa para esmagar a soberania nacional e promover a desigualdade social, a América do Sul finalmente parece pronta para recuperar o poder de forjar sua própria história.

Por Pepe Escobar*

Eleições no Uruguai: uma ameaça de volta ao passado

Conforme afirmou-se em artigo anterior, no próximo dia 27 de outubro os uruguaios irão às urnas para eleger seu próximo presidente da República. O referido pleito ocorre em meio a um cenário conturbado na região marcado pelas dificuldades dos governos conservadores eleitos na América do Sul de encontrar saídas para a crise em seus países.

Por Mateus Fiorentini*

PC do Chile e aliados apresentam propostas para atender demanda social

A Unidade para a Mudança (Unidad para el Cambio), coalização que reúne o Partido Comunista do Chile, Partido Federação Regionalista Verde Social e o Partido Progressista do Chile, emitiu nesta terça-feira (22) uma “Declaração Pública da Unidade Para a Mudança com propostas mínimas comuns para uma saída razoável da crise”. Leia, abaixo, a íntegra da declaração, traduzida pela redação do i21/Portal Vermelho

Pedro Monzón: A “escravidão” dos médicos cubanos e outras falsidades 

Uma mentira foi imposta nas declarações de alguns líderes políticos, mas o pior é tentar demonstrar que a colaboração médica cubana é um ato criminoso. Por trás dessa tentativa estão os Estados Unidos. Agora os EUA pagarão US$ 3 milhões “a organizações que investigam, recolhem (…) informações sobre violações dos direitos humanos em Cuba, incluindo trabalho forçado nas chamadas missões médicas”.

Por Pedro Monzón*

O tsunami chileno

O regime de Piñera – e insisto no termo “regime” porque um governo que reprime com a brutalidade que todo mundo viu não se pode considerar democrático – se defronta com a mais séria ameaça popular jamais enfrentada por governo algum no Chile desde o derrocamento da Unidade Popular em 11 de setembro de 1973.

Por Atilio Boron*

Evo agradece aos eleitores pelo triunfo e denuncia tentativa de golpe

“Peço às organizações internacionais que defendam a democracia”, disse o presidente boliviano.

Chile em chamas: a fatura de três décadas de neoliberalismo

Santiago está em chamas – literalmente. As manifestações contra o aumento da tarifa de metrô começaram há uma semana na capital chilena e rapidamente se alastraram, como fogo, por todo o país. Foi estopim para a maior greve geral das últimas décadas. Nem a repressão, nem o toque de recolher, nem o Estado de Emergência fizeram a população recuar. Chegou a hora de cobrar a conta do neoliberalismo num país onde até a água foi privatizada pela ditadura militar.

Por Mariana Serafini*

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