O silêncio do PSDB em relação à truculência da PM paranaense contra os professores é sintomática do oportunismo e da indignação coletiva de seus dirigentes.
Por Kiko Nogueira, no Diário do Centro do Mundo
Sem ainda ter esclarecido a construção de um aeroporto no município de Cláudio (MG), em terras que pertenciam ao seu tio-avô, Aécio usou aeronaves do governo de Minas Gerais, sem a presença de autoridade estadual, ao menos seis vezes após deixar o cargo de governador, em 2010; viagens aconteceram entre 2011 e 2012, segundo relatório do Gabinete Militar do Estado, quando o tucano já havia assumido o cargo de senador e eleito seu sucessor no Executivo mineiro, Antonio Anastasia.
A bancada do PSDB na Câmara recuou da decisão de apresentar um pedido de abertura de processo de impeachment contra a presidenta eleita Dilma Rousseff. Em reunião nesta terça-feira (28), o candidato derrotado Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, informou que o partido não tem força para garantir a aprovação do pedido e vai tentar convencer os demais partidos de oposição a apoiar a proposta.
Prestes a completar seis meses da vitória da presidenta Dilma Rousseff nas urnas, os tucanos continuam a bater a porta de juristas para encomendar pareceres que encontrem alguma base para fundamentar um pedido de impeachment.
O líder do PSDB na Câmara e conhecido por seus discursos raivosos e de completo desespero, o deputado Carlos Sampaio (SP), afirmou nesta sexta-feira (24) que vai tentar convencer a bancada a aprovar sua tese de pedido de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse nesta quarta-feira (22) que o PSDB não está rachado por conta de divergências sobre a análise de um eventual impeachment da presidenta Dilma Rousseff e afirmou que a destituição de um presidente da República não pode ser estimulada apenas por um desejo.
Por Dayane Santos
O cientista político e integrante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA, Paulo Vannuchi, disse em entrevista à Rádio Brasil Atual nesta quarta-feira (22), comentou o racha no PSDB sobre a propriedade de interromper o governo da presidenta Dilma Rousseff.
O ódio, já apontou alguém, não é um bom conselheiro. Aécio Neves tem tudo para ser uma vítima da histeria coletiva que ajudou a fomentar.
Por Kiko Nogueira*
O ex-ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Gilberto Carvalho criticou o golpismo da oposição comandado pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG), que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff: "Ele [Aécio Neves] não tem moral nenhuma para falar isso. Ele tem de aceitar a derrota que sofreu".
Todo o acervo dos Diários Associados, organização jornalística fundada por Assis Chateaubriand (1892-1968), vai ser disponibilizado gratuitamente na internet, tornando possível a consulta a exemplares históricos do Jornal do Comércio, Correio Braziliense, O Jornal, Diário da Noite e da revista O Cruzeiro, entre outros títulos.
A histeria se instalou entre a oposição e a grande mídia. O inconformismo com a derrota nas urnas se tornou patológico e a saída escolhida pela direita conservadora foi o golpismo. Como no debate político suas teses de impeachment perdem força, eles criam factoides para tentar manobrar em favor de seus interesses.
Por Dayane Santos
FHC fez, recentemente (10), mais uma de suas palestras remuneradas. Embora fosse um evento sobre comércio eletrônico (O Vtex Day 2015) , alguém deu uma forcinha para patrocinar o oposicionismo do ex-presidente. A palestra que o dinheiro pode comprar foi dada em evento patrocinado por gigantes como o grupo Mercado Livre (bem apropriado, não?), Mastercard e Walmart.
Por Antonio Lassance*, na Carta Maior