A esquerda bem informada
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Tag: Alemanha

Volta possibilidade de coligação para governar a Alemanha 

Sociais-democratas endureceram discurso antes de negociações com a primeira-ministra Angela Merkel; políticos da CDU e SPD reuniram-se na quarta-feira (29) com o presidente alemão. Todos falam de estabilidade

Merkel fracassa nas negociações para formar um governo na Alemanha

Liberais romperam o diálogo com a chanceler e os Verdes no domingo (19). A primeira-ministra venceu as eleições em setembro, mas não tem maioria parlamentar para governar; assim, tentava uma coalização com outros partidos. Os principais pontos de divergência foram os refugiados e as alterações climáticas.

A ultradireita da Alemanha repete caminhos já trilhados

Mais uma vez, o extremismo cresce ao encontrar nas minorias um bode expiatório da crise

Por: Antônio Luiz Costa *

Die Linke e Partido Comunista avaliam resultado eleitoral na Alemanha

Realizadas no dia 24 de setembro, as eleições para o Parlamento Alemão (Reichstag) tiveram um resultado marcado pelo pior desempenho dos dois maiores partidos, o Democrata Cristão e o Social Democrata, na história da república; pelo recuo eleitoral da esquerda e um expressivo avanço da extrema direita. O Die Linke ( A Esquerda) e o Partido Comunista Alemão (DKP) divulgaram uma avaliação e apontam as perspectivas a partir do novo qaudro político do país.

Leia abaixo as respectivas avaliações:

O pano de fundo das eleições na Alemanha 

A chanceler alemã, Angela Merkel, colheu uma vitória amarga nas eleições legislativas realizadas no último domingo, 24. A coligação que encabeçou (CDU e CSU) obteve apenas 32,9% dos votos, recuando 8,6% em relação ao pleito anterior. Ela terá dificuldades para compor um novo gabinete, uma vez que os sociais-democratas do SPD (com outro resultado magro, de 20,5%) decidiram abandonar o barco do governo, que já está fazendo água, e engrossar as fileiras da oposição

Por Umberto Martins* 

Quem são os eleitores da extrema direita alemã? 

Análise mostra qual o perfil de quem votou no Alternativa para a Alemanha, partido de extrema direita com convicções racistas e xenófobas que atingiu 12% de popularidade no domingo (24). Além disso, investiga os significados e o motivo do resultado, denunciando um esvaziamento de propostas por parte da política exercida pelos grandes partidos alemães 

Avanço da extrema direita alemã nas eleições assusta imprensa europeia

Entrada da AfD no parlamento alemão pela primeira vez foi pauta nos principais meios de comunicação do continente

Eleições na Alemanha e as grandes manobras do eixo germano-francês

 As eleições de domingo (24) na Alemanha pretendem reforçar o projecto anti-social do eixo franco-alemão, que se agravou na Alemanha, por ação de governos da CDU/CSU com os liberais do FDP ou os sociais-democratas do SPD, com as leis Wartz, iniciadas em 2005, e que está agora a ser testado em França com o pacote Macron.

Por Antònio Abreu, do AbrilAbril

A indiferença da União Europeia quanto à realocação dos migrantes

Menos de 28 mil pessoas foram acolhidos. O voto da Alemanha ameaça parar a reforma da Convenção de Dublin, acordo que assegura os direitos de asilo e amparo para os refugiados

Por que na América Latina são ditaduras e o 4º mandato de Merkel não?

Ao contrário do tratamento dado para alguns governos latino-americanos, o quarto mandato da chanceler Angela Merkel não levantou questionamentos de críticos e veículos da imprensa acerca da existência de uma "ditadura" na Alemanha.

Por José Eduardo Bernardes

Na Assembleia da ONU, Alemanha critica nacionalismo "egoísta"

O país também  pediu mais cooperação entre países durante debate na ONU. A União Européia reforçou compromisso em proteger refugiados, enquanto a primeira-ministra de Bangladesh denunciou a "limpeza étnica" feita pelo governo de Mianmar conta os rohingyas. Secrtário geral da ONU demonstrou preocupação nessa segunda-feira (25) em relação ao referendo curdo 

Eleições na Alemanha: Merkel reeleita e guinada à direita

O resultado das eleições deste domingo (24) rendeu o quarto mandato a Angela Merkel. Mas as urnas nos mostram, além da baixa popularidade da chanceler reeleita e de seu partido, a União Democrata Cristã (CDU), que com 32,9% obteve sua pior marca desde 1949 – e ocupará 70 cadeiras a menos do que na atual legislatura –, a queda dos sociais-democratas (SPD), que com os 20% dessa eleição registraram sua pior votação do período pós-segunda guerra.

Por Thiago Cassis

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