Na Argentina só tem um torneio rolando, a Copa Argentina, já que o calendário está sendo reorganizado após o fim do Futbol Para Todos com o pagamento de 530 milhões de pesos do governo à AFA. O dinheiro ainda precisa ser repassado aos clubes e a previsão é que os campeonatos retornem dia 3. Mas a preocupação agora não é o futebol e sim a onda de violência.
Por Guadalupe Carniel*
Uma dívida de mais de 70 bilhões de pesos argentinos (equivalente a R$ 14 bilhões) desapareceu em uma canetada. O autor da canetada foi o presidente argentino Mauricio Macri, e a beneficiada pela medida é a família Macri.
Por Victor Farinelli
O neoliberal presidente argentino, Mauricio Macri, passou por Brasília na terça-feira (7) e deve ter partido feliz. Roubou a cena quando ao lado de Michel Temer, aplicou uma gozação futebolística no chanceler José Serra e não foi incomodado pelas conexões brasileiras dos Panama Papers, alvo de um processo contra ele em Buenos Aires por lavagem de dinheiro e ocultação de bens.
Por André Barrocal
A política neoliberal de Maurício Macri, voltada ao mercado e não às pessoas, já está causando impactos na vida dos mais pobres na Argentina. Estudos recentes feitos pela Secretaria de Nutrição já mostram aumento no número de crianças desnutridas em algumas regiões.
A Confederação Geral do Trabalho (CGT) da Argentina anunciou uma greve nacional para a segunda quinzena de março contra as políticas de Mauricio Macri. Desde que o presidente assumiu, em dezembro de 2015, o país sofre uma das maiores crises de desemprego dos últimos tempos.
Uma pesquisa realizada recentemente na Argentina identificou que 63% dos argentinos consideram que o presidente Maurício Macri não cumpriu suas promessas de campanha. Depois de um ano do novo governo, o país não teve o crescimento econômico prometido e enfrenta a maior onda de desemprego e aumento da inflação dos últimos anos.
Uma pesquisa realizada recentemente na Argentina identificou que 63% dos argentinos consideram que o presidente Maurício Macri não cumpriu suas promessas de campanha. Depois de um ano do novo governo, o país não teve o crescimento econômico prometido e enfrenta a maior onda de desemprego e aumento da inflação dos últimos anos.
Assim como no Brasil, a direita argentina também prometeu “desenvolvimento nacional”, “recuperação da economia” e fortalecimento do mercado com medidas de austeridade – com a diferença que no país vizinho eles chegaram à presidência através do voto direto, e não de um golpe. Porém, após um ano de Maurício Macri no governo, a realidade no país é exatamente o contrário, e quem reclama é um empresário responsável por financiar boa parte da campanha presidencial.
Segundo um diagnóstico do Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) da Argentina, desde que o presidente Maurício Macri assumiu, em 10 de dezembro de 2016, mais de 127 mil pessoas ficaram desempregadas. Esse número representa quase 2% da população do país.
A líder indígena Milagro Sala completa, nesta segunda-feira (16), exatamente 365 atrás das grades. Ela foi presa há um ano em sua casa, na província de Jujuy, Argentina, acusada de “obstruir vias” e “perturbar a ordem pública”. Mulher, parlamentar do Parlasul e presidenta da organização de bairro Tupac Amaru, Milagro é a primeira presa política do governo de Maurício Macri, que se elegeu com a promessa de “Argentina para todos”.
Por Mariana Serafini
A Argentina acaba de confirmar oficialmente que em 2016, o primeiro ano de Maurício Macri à frente do país, a inflação foi de 41% em Buenos Aires, que dita a tendência em todo o território nacional. Agora está em discussão se é a pior inflação dos últimos 14 ou 25 anos, mas não há dúvida de que é um dado péssimo, muito acima dos 25% que o presidente prometeu pouco depois de chegar ao poder.
Por meio de seu jornal, O Observador Romano, o Vaticano criticou a desigualdade social na Argentina. O artigo intitulado “A crescente desigualdade na Argentina” foi publicado na edição desta sexta-feira (13) e apresenta a preocupação do clero com os rumos de Maurício Macri no país sul-americano.