Em 12 meses, foram criadas mais de 1,2 milhão de vagas com carteira assinada
Apesar do barulho nas redes, direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social continuam sendo um diferencial relevante para os trabalhadores
País gera 1,8 milhão de vagas formais até outubro de 2025; serviços lideram e todas regiões apresentam saldo positivo no emprego
Saldo de 9 meses teve acréscimo de 213 mil vagas formais em setembro. Sob o governo Lula, são 4,8 milhões novos postos e patamar recorde de vínculos ativos: 48,9 milhões
Com 48,69 milhões de vínculos, o país registra o maior número da história; serviços e indústria puxam a expansão. Jovens lideram contratações
Foram 1.483.598 registros celetistas a mais em 2023, 1.693.67 em 2024 e 1.222.591 em 2025 (até junho). Assim, o número total de trabalhadores formais no País é um novo recorde: 48,4 milhões.
Aumento da renda familiar sob o governo Lula permite que 958 mil beneficiários saiam da pobreza, segundo o governo; explicação passa pelo mercado de trabalho fortalecido
Para Lúcia Garcia, pesquisadora do Dieese, Brasil precisa superar modelo primário de exportação para garantir renda melhor e bem-estar para trabalhadores intermediários e da base
Taxa de desemprego no trimestre de março a maio de 2025 foi de 6,2%, o menor patamar da história para o período em 13 anos. São 39,8 milhões de trabalhadores com carteira assinada
Os que acham melhor trabalhar sem registro somam 31%; 72% dos que recebem até dois salários mínimos julgam o vínculo formal mais importante, mostra Datafolha
Assim como carteira assinada, rendimento mensal também marca alta histórica ao chegar a R$ 3.378. Números são alcançados mesmo com alta de 0,7% na desocupação trimestral
Indústria lidera geração de vagas, mulheres dominam contratações e salário médio de admissão atinge R$ 2.265,01