Evento realizado no Theatro Municipal de São Paulo completa um século sob intenso debate de sua real importância histórica
Revista “Estudos Avançados” traz dossiês sobre a Semana de 22, analisando suas contradições e questionando o mito fundador centrado em São Paulo e nos princípios questionáveis daqueles artistas paulistas.
Livro de professora da USP trata das trajetórias de Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e Regina Graz
A Pinacoteca busca a reflexão crítica e histórica. Apresenta 134 obras dos modernistas integradas com artistas de diferentes movimentos
As semelhanças entre dois romances, Ulisses, do escritor irlandês James Joyce, e Grande Sertão: Veredas, do brasileiro João Guimarães Rosa permitem um grande número de comparações feitas no campo da literatura. Eles têm muita coisa em comum, principalmente o uso da linguagem. É criação; e, mais ainda, é poesia, um caminho mágico que conduz um autor ao outro, um romance sobre o outro romance; e ainda mais: a linguagem é a lupa mágica que traz leitores e autores mais próximos da jornada solitária dos personagens. É na poesia e expressão dessas narrativas que os leitores descobrem o “espírito” da criação.
Ao insistir no azul da bandeira grega, estaria Joyce procurando, por meios bastante associativos, inserir-se em um cânone de escritores cegos?
Cem anos após a publicação de Ulisses em 1922, a ideia de bani-lo pode parecer absurda. Mas com os textos literários sendo censurados em muitas partes do mundo , os argumentos em defesa da liberdade de expressão continuam a mobilizar reivindicações sobre o status e o poder particulares da literatura.
Resultado de transformação historiográfica impulsionada por teorias feministas que emergiram na década de 1970, estudos recentes têm procurado aprofundar a compreensão do papel das mulheres no contexto literário e artístico da Semana de Arte Moderna.
Projeto do Sesc com participação da USP produz CDs com músicas e poemas ouvidos na Semana de Arte Moderna de 1922
Localizado no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), acervo tem mais de 30 mil documentos, além de livros e coleção de artes visuais do intelectual que foi destaque do modernismo
Em entrevista à Agenda Tarsila, João Cândido Portinari conta como leva adiante o legado e a obra do pai. Em fevereiro, o MIS Experience abre a exposição imersiva Portinari para Todos, em comemoração ao centenário da Semana de Arte Moderna de 1922.
Às vésperas do centenário da Semana de Arte Moderna, a mostra, que reúne centenas de materiais, entre cartas, livros e manuscritos de artistas como Mário e Oswald de Andrade e Anita Malfatti, está em cartaz no Centro Cultural Fiesp