Expectativa do Inpe é que, em 2026, o Brasil atinja a menor taxa de desmatamento na Amazônia
Redução ficou em torno de 9% em cada bioma, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)
Redução histórica reflete ações preventivas do governo, maior capacidade operacional e articulação internacional
Entre 1985 e 2024, país converteu 111,7 milhões de hectares de vegetação nativa para agropecuária, mineração e urbanização, o equivalente a 13% do território
Dados do MapBiomas apontam avanço no controle do fogo, mas Cerrado acende alerta em meio à queda histórica nos demais biomas
Em fevereiro de 2025, o bioma Cerrado também alcançou a menor taxa de alertas de desmatamento para o mês na série histórica
“Sancionei o projeto de lei 1970/2019, que vai organizar e estimular a produção do pequi e demais frutos do Cerrado. A lei também proíbe a derrubada predatória e estimula a plantação de mudas desse bioma”, escreveu Lula no X
Imagens do Prodes revelam menor desmatamento em 15 anos na Amazônia; no Cerrado a taxa volta a cair depois de 4 anos. Os dados foram apresentados nesta quarta pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e as ministras Luciana Santos e Marina Silva
A ministra Luciana Santos enfatizou a necessidade de continuar com medidas sistemáticas para enfrentar o aquecimento global e cumprir os acordos internacionais.
Levantamento do MapBiomas destaca a situação crítica da vegetação nativa em diversos biomas brasileiros, com a Mata Atlântica e o Cerrado como os mais afetados
Relatório MapBiomas revela que o Cerrado foi o bioma mais devastado, com 61% da área desmatada, impulsionado pela expansão agropecuária
Dados do Inpe ainda mostram redução do desmatamento em 19,5% em áreas não florestais da Amazônia e de 9,2% no Pantanal. No Cerrado o desmatamento cresceu em 3%