O questionado projeto de preservação da Ordem Pública no Chile, conhecido no país como "lei antiocupação", entrou em debate parlamentar na Câmara de Deputados.
A escritora chilena concebeu sua obra em íntima relação com a luta pela popularização do ensino e contra a burguesia conservadora de seu país. Ao mesmo tempo esse sistema de ensino é ainda hoje atacado pela mesma burguesia chilena que hipocritamente ergue monumentos, museus e honrarias vazias a Gabriela Mistral
Por Antonio Ateu
A líder estudantil chilena Camila Vallejo é uma das presenças confirmadas no Fórum Social Temático (FST) 2012, que acontecerá entre 24 e 29 de janeiro. Além dela, também estão confirmadas a presença do sociólogo Boaventura de Souza Santos e da ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário.
Ele é membro da conhecida geração de ouro chilena. Juntamente com Camila Vallejo e Giorgio Jackson, dirigentes das Universidades do Chile e Católica, respectivamente, Camilo Ballesteros, ex-presidente da Federação de Estudantes da Universidade de Santiago, é uma das caras da mudança política de que o Chile necessita e pede nas ruas.
Por Christian Palma
O secretário geral do Partido Comunista do Chile (PCH), Lautaro Carmona, garantiu que em seu país, como vaticinou o presidente Salvador Allende, os caminhos começam a serem abertos pela luta do povo.
A líder estudantil chilena Camila Vallejo instou o movimento social "a sair da marginalidade" e disse que "não basta fazer sugestões para que outros as coloquem em andamento". Vallejo, estudante de Geografia, foi uma das faces visíveis das mobilizações protagonizadas por estudantes e professores que eclodiram há sete meses no Chile para reivindicar mudanças nas políticas educacionais do país.
Depois de provocar polêmica ao anunciar a substituição da palavra ditadura por regime militar, o governo do presidente do Chile, Sebastián Piñera, recuou nesta sexta (6) na decisão. A ideia era fazer a substituição nos livros didáticos utilizados em todas as escolas chilenas ao mencionar a gestão do general Augusto Pinochet (1973-1990) – que marcou um dos períodos mais cruéis da história do Chile.
Depois das críticas por conta da medida que eliminava a expressão "ditadura militar" dos livros escolares chilenos, o governo voltou atrás e afirmou que os professores terão autonomia para usarem a expressão que julgarem mais "conveniente".
O Colégio de Professores do Chile, principal associação de docentes do país sul-americano, denunciou nesta quinta-feira (5) uma série de expulsões e cancelamentos de matrículas de estudantes secundaristas.
O Senado do Chile aprovou — com 19 votos a favor , 11 contra e uma abstenção — o projeto que prevê a criação de uma comissão bicameral que estude e proponha uma nova Constituição, que deve ser ratificada por um plebiscito.
O governo chileno decidiu alterar o currículo das escolas de ensino fundamental sobre os conteúdos relacionados à ditadura militar que o país viveu durante 17 anos. Agora, os alunos não aprenderão mais que o Chile passou por uma “ditadura militar”, mas por um “regime militar”.
Estudantes do ensino médio no Chile convocaram uma mobilização para esta terça-feira (3), na região administrativa de Providência, na capital Santiago, contra o fechamento de matrículas a jovens que participaram de manifestações a favor de um sistema educacional universal, gratuito e de qualidade, que mobilizou o país em 2011.