Relatório aponta resiliência, mas analistas criticam política contracionista. Juros nas alturas beneficiam apenas a especulação, estrangulando empresas e famílias
Apesar de trégua no Oriente Médio aliviar preços, BC mantém cautela. Para a CNI, taxa segue asfixiando a economia real e beneficia o capital especulativo
Longe do que esperam os trabalhadores e o setor produtivo, o órgão do BC pode manter os juros em 14,5% pela perspectiva inflacionária; decisão sai na quarta (17)
Juros altos mantêm intactas e até reforçam a bolsa-banqueiro e a bolsa-rentista, varrendo do mapa os efeitos distributivos da bolsa-família e de outros programas sociais.
Ao cortar 0,25 p.p., BC ignora sufocamento da economia e adia alívio para empresas e famílias; juro real segue entre os maiores do mundo
Analistas revisam projeções após fatos consumados; juros em 15% ao ano mantêm economia refém de rentistas enquanto produção e emprego patinam sob custo do crédito
Selic nas alturas coloca o Brasil entre os países com os juros reais mais altos do mundo, prejudicando o crescimento da economia e a concessão de crédito às empresas
Pela quinta semana seguida, o Boletim Focus reduz a inflação de 2026, revelando mais que números: expõe o conflito entre previsões interessadas e a realidade econômica construída fora do mercado financeiro
Apesar do indicativo em ata, a diretoria do Banco Central não sinalizou a magnitude do corte. Sob Galípolo, a Selic passou de 12,25% para 15% ao ano
Com a Selic em 15%, o país atinge juro real de 10,6% e consolida a 2ª maior taxa do mundo, penalizando trabalhadores e favorecendo rentistas
Quinta manutenção consecutiva da Selic no maior nível desde 2006 acentua custo da dívida, trava crédito e investimento e amplia atritos entre Banco Central, governo, indústria e trabalhadores.
Com inflação dentro da meta, Confederação Nacional da Indústria e centrais sindicais apontam que a manutenção dos juros restringe o progresso do Brasil