Em protesto contra o desmonte na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), trabalhadores da categoria iniciaram uma greve nacional às 22 horas desta terça-feira (10). Há carteiros parados em São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Tocantins e outros estados. Segundo a Findect (Federação Interestadual dos Empregados da ECT), a paralisação é uma resposta à gestão Jair Bolsonaro (PSL), que tenta achatar salários, reduzir direitos e privatizar a empresa.
Por André Cintra
Apesar da constante – e ardilosa – propaganda do governo Jair Bolsonaro (PSL) contra o Estado brasileiro e as empresas estatais, a maioria da população é contrária à venda dos Correios, dos bancos públicos, da Petrobras e de outros patrimônios federais. É o que aponta a mais nova pesquisa Datafolha sobre privatizações – a primeira desde a posse de Bolsonaro na Presidência.
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público realizou nesta terça-feira (6) audiência pública sobre o desejo do governo Bolsonaro (PSL) de privatizar a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. A reunião, conduzida pela deputada Professora Marcivânia (PCdoB-AP), que preside o colegiado, atendeu a um requerimento de Erika Kokay (PT-DF).
Categoria protesta contra o baixo "reajuste salarial e contra a retirada de direitos históricos.
Empresa pública superavitária, fora da lista das que dependem do Tesouro Nacional, presente em todos os municípios brasileiros e com um quadro de 105 mil trabalhadores em todo país, os Correios estão na mira do governo federal para ser privatizada, inclusive os estudos para a entrega ao capital privado já foram iniciados.
Por Edjane Oliveira – FaxAju
A maioria dos brasileiros discorda do governo Jair Bolsonaro (PSL) e rejeita a privatização das grandes empresas estatais, como a Petrobras e os Correios. É o que aponta um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (1/7).
A ameaça de Bolsonaro de privatizar a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ETC) afronta um dos pilares da história do Brasil.
Por Osvaldo Bertolino
Sem citar o presidente Jair Bolsonaro (PSL) nem qualquer membro do governo, o general Juarez Aparecido de Paula Cunha anunciou, nesta quarta-feira (19), no Twitter, sua saída da presidência da ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos). Na semana passada, Bolsonaro afirmou que demitira o general do posto porque ele “agiu como um sindicalista” ao contestar a privatização da estatal.
Por André Cintra
Já perto da data-base (1º de setembro), os sindicatos de petroleiros ligados à Federação Única dos Petroleiros (FUP) participam na semana que vem da sétima Plenafup, a plenária nacional da entidade, "em meio a uma das mais difíceis conjunturas política e econômica da história do país".
A permanência de Michel Temer no poder é uma ameaça ao Brasil que se agrava a cada dia. Desde que tomou a cadeira presidencial em 2016, o ilegítimo patrocina uma agenda privatista, que ataca o patrimônio público, a soberania nacional e o povo brasileiro.
Por Orlando Silva*
De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de São Paulo (Sindect-SP), Elias Diviza, o fechamento de agências anunciado pela direção dos Correios deve prejudicar especialmente a população das cidades pequenas. “Além das 5.300 demissões de trabalhadores, a população também vai ficar sem atendimento. A empresa privada não vai querer prestar serviço em uma cidade de 20 mil habitantes”, afirmou.
Por Railídia Carvalho
O deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE) repudia o anúncio de fechamento de centenas de agências dos Correios e demissão de milhares de trabalhadores da empresa pública. Para Chico Lopes, trata-se de mais uma ação do governo Temer para desmontar o Estado brasileiro e prejudicar a população, jogando as pessoas contra os Correios, historicamente uma das empresas mais respeitadas em todo o País.