Orlando Silva afirmou que defender os Correios contra a privatização é uma questão de soberania
Categoria realiza nova assembleia em 1º de setembro para avaliar o movimento
Com ao menos 14 oficiais da reserva em cargos de alto escalão na ECT, no Postalis e na Postal Saúde, entidades reclamam de falta de diálogo e “autoritarismo” da diretoria com os funcionários
Categoria anunciou greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira (18) em todo território nacional
Os funcionários reivindicam a manutenção de direitos previstos no acordo coletivo e proteção contra o contágio pelo coronavírus.
Nesta terça, trabalhadores confirmaram apoio à paralisação, em protesto pela retirada de direitos e tentativas de privatização dos Correios
Difundiu-se a ideia de que a estatal tem monopólio em seu setor, e, se houvesse concorrência, serviços e preços seriam melhores. No entanto, a empresa concorre com o setor privado e só detém monopólio dos serviços postais.
Energia produzida pela estatal é a mais barata no mercado. Sistema mantido pela empresa responde por cerca de 70% do abastecimento elétrico no Brasil.
Categoria também luta contra retirada de direitos e por proteção contra Covid-19.
Ecetistas mantidos em serviço individualmente não receberam todos os itens de higiene e segurança necessários para prevenção à pandemia
Correios pode se tornar o operador logístico preferencial do governo federal. É o que prevê o projeto de lei, do deputado André Figueiredo (PDT-CE), aprovado na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara.
Mais de 100 mil trabalhadores dos Correios decidiram entrar em greve em todo o Brasil contra redução de salários e a privatização da empresa anunciada pelo governo Bolsonaro. Em assembleias na noite desta terça-feira, os funcionários também se posicionaram contra a direção da empresa, que decidiu não negociar acordo coletivo com a categoria.