O primeiro-ministro da Noruega, Jens Stoltenberg, afirmou neste sábado (23) que muitos daqueles que morreram nos atentados foram heróis e que o mundo todo está pensando neles. Após se reunir com sobreviventes e familiares das vítimas em um hotel perto do local onde um atirador matou 84 pessoas, o premiê disse estar "profundamente comovido", que conhecia vários dos mortos pessoalmente, e que os sobreviventes também tinham sido heróis tentando salvar seus amigos.
Murdoch não é uma excrescência, não é falácia ou farsa, não é ficção científica nem um evento casual, singular. O espetáculo midiático-político a que assistimos galvanizados há mais de dez dias não tem nada de absurdo ou fantasioso. O impensável está aí, ao vivo, em cores, banda larga, 3D, alta velocidade, altíssima definição, continuamente repetido, reeditado. Vem sendo montado, a céu aberto, sem segredos ou disfarces, há pelo menos duas décadas com a participação de um elenco planetário.
O magnata Rupert Murdoch pediu desculpas pelo "dano causado às pessoas afetadas" no escândalo dos grampos ilegais feitos pelos jornais de seu conglomerado e lamenta "não ter agido antes" para resolver o assunto, em um anúncio que será publicado neste fim de semana pela imprensa britânica, mas que já teve seu conteúdo antecipado nesta sexta-feira (15).
Os governos do Brasil e da Bolívia acordaram em desenvolver um programa conjunto de luta contra a criminalidade, em especial contra o narcotráfico e o roubo de veículos, alguns dos temas que mais afetam a região.
Um grupo de deputados colocou em consulta pública uma proposta alternativa para punir os crimes cometidos pela internet. Já está em análise, no Congresso, há 12 anos, projeto de lei sobre o assunto , que vem recebendo críticas de deputados e ativistas da internet livre por ameaçar o direito à privacidade.
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Tráfico Internacional de Pessoas do Senado realiza audiência pública nesta sexta-feira (1º), na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. A presidente da CPI, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), anuncia que a comissão estará em outros estados debatendo o assunto.
“Vamos fazer de tudo para que este crime não fique impune. O governador mostrou que a Polícia está empenhada nas investigações, mas um ano é muito tempo para a falta de pistas. Nós vamos continuar mobilizados para cobrar a punição dos autores deste crime brutal”, assim o presidente do PCdoB em Salvador e irmão de Catarina, Geraldo Galindo, sintetizou o sentimento das dezenas de pessoas que participaram na manhã desta quarta-feira (29/6) das manifestações do primeiro ano do assassinato do casal.
Dirigentes do PCdoB e familiares do diretor do Sindicato dos Rodoviários, Paulo Colombiano, e de Catarina Galindo, secretária do PCdoB, se reuniram com o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o secretário de Segurança Pública, Maurício Barbosa, na tarde desta segunda-feira (27) para cobrar informações sobre o andamento das investigações sobre o assassinato do casal, ocorrido no dia 29 de junho de 2010, em Salvador. Na quarta-feira, às 10h, um protesto na Praça da Piedade, vai marcar a data.
O dirigente sindical Leandro Alves Neres, 56 anos, foi assassinado nesta segunda-feira (26/6). Neres era funcionário do Bradesco e diretor do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região, entidade filiada à Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). As investigações apontam que Neres foi vítima de latrocínio, ocorrido durante a madrugada, em sua residência. O veículo e os documentos da vítima foram levados.
Quinze anos após polêmicas, investigações questionadas e recursos judiciais, a 8ª Vara Criminal de Maceió vai decidir até setembro o futuro dos quatro ex-seguranças da casa de praia onde morreram Paulo César Farias e sua namorada, Suzana Marcolino, no dia 23 de junho de 1996. Acusados de praticarem duplo assassinato, o quarteto será levado a júri popular por decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em maio de 2006, há cinco anos, policiais e grupos paramilitares assassinaram mais de 500 pessoas no estado de São Paulo em represália aos ataques organizados pela organização criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). De dentro dos presídios, a organização havia comandado a morte de mais de 50 policiais, agentes penitenciários e até um bombeiro no começo daquele mês.
Apesar da redução das taxas de homicídio no Rio de Janeiro, o número de mortes violentas com “intenção indeterminada” triplicou nos últimos anos. São mortes causadas por causas externas, mas não esclarecidas – isto é, quando não se sabe se o indivíduo foi vítima de assassinato, acidente ou suicídio.