No último dia da Marcha das Margaridas, governo Lula lança medidas relativas à reforma agrária, crédito rural, combate ao feminicídio e à violência e garantia de direitos
Presidente sancionou lei que altera o estatuto do Programa Bolsa Atleta e que modifica o Estatuto da Advocacia incluindo assédio como infração.
Demissão ocorre depois de protestos no centro de treinamento e manifesto do elenco feminino. Cuca é o treinador com a passagem mais curta na história do clube.
A história das mulheres, dentro ou fora do universo literário, foi/é marcado pela exclusão, pela violência e pelo silenciamento.
A declaração foi dada pelo pontífice neste domingo (6) após questionamento sobre protestos pelos direitos das mulheres no Irã.
Como a situação se deteriorou no desgoverno de Jair Bolsonaro, as mulheres promovem a manifestação “Bolsonaro Nunca Mais”, no sábado (4 de dezembro) para reafirmar “a luta das mulheres por igualdade de direitos para todas as pessoas”
Palestra proferida no evento “Conversa entre mulheres 3” realizado pelo Sintetel-SP em 8 de março de 2021.
Uma homenagem às mulheres de luta com canções sobre as questões de igualdade de gênero. Todas as músicas são de autoria ou têm participação de mulheres. Elas por Elas.
Publicação do Cfemea aponta as principais proposições legislativas no campo dos Direitos Sexuais e Reprodutivos em 2020
Maria do Socorro precisou mudar de nome diversas vezes para sobreviver à ditadura militar. Já foi Ana, Socorro Fragoso, Luiza e Josydeméia. Jô Moraes é a síntese desses nomes que teve de usar durante 10 anos em que foi vítima da repressão militar. Hoje, Jô Moraes (PCdoB-MG), nome que se transformou em nome político, está em seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados e concorre, nas eleições de 2018, ao cargo de vice-governadora na chapa de Fernando Pimentel, em Minas Gerais.
Parlamentares membros da Seguridade pediram vistas do PL 7441/10, de autoria da deputada Jô Moraes e relatoria de Jandira Feghali.
Por Ana Luiza Bitencourt
No prazo de dois meses mulheres presas que estejam grávidas, lactantes ou com filhos de até 12 anos, que não tiveram seus processos julgados, passarão a aguardar o julgamento em prisão domiciliar. O Portal Vermelhou ouviu a União Brasileira de Mulheres (UBM) e o Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), que comemoraram a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que marca um avanço na defesa dos direitos das mulheres no país.
Por Railídia Carvalho