O tucano Aécio Neves, candidato à Presidência da República pelo PSDB, disse nesta quinta-feira (25), em Porto Alegre (RS) que o governo de Dilma Rousseff falhou ao tentar melhorar a vida dos cidadãos e no combate à pobreza.
A resposta da presidenta Dilma às ruas leva-nos a compreender o significado simbólico da sua trajetória de vida. Assim como Lula e Marina, Dilma formou-se no contato direto da experiência modernizante-conservadora da ditadura militar. Mas nasceu politicamente não nas greves, mas na tortura de um Estado de exceção criado para garantir privilégios, contra o projeto de uma democracia popular.
Por André Calixtre*, no Brasil Debate
Representantes de pelo menos 25 entidades do movimento negro se reuniram, na última quarta-feira (24/9), na sede do bloco Ilê Aiyê, em Salvador, para anunciar apoio à candidatura da presidenta Dilma Rousseff, do PT. Além do Ilê, estão outras entidades de destaque, como a Unegro (União de Negros pela Igualdade), o Movimento Negro Unificado (MNU), os fóruns de Jovens e de Mulheres Negras, o Olodum e o Conen (Coletivo Nacional de Entidades Negras).
Depois de se comprometer com sindicalistas ligados à Força Sindical em pôr fim ao fator previdenciário e, em entrevista a um programa de TV, declarar que “jamais” teria dito isso, o presidenciável tucano Aécio Neves (PSDB) causou a decepção entre seus apoiadores.
Em entrevista ao Bom Dia Brasil, nesta quinta-feira (25), a candidata Marina Silva refirmou a sua proposta defendida no plano de governo pela terceirização e disse que as alterações que pretende fazer na CLT (que rege os direitos trabalhistas), serão para garantir a terceirização e, com isso, “aumentar formalidade”.
O candidato do PSDB, Aécio Neves, mentiu sobre o financiamento do Porto de Mariel, em Cuba, em propaganda eleitoral veiculada na tevê na terça-feira (23). O financiamento de US$ 682 milhões, concedido pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), não foi repassado ao governo cubano, mas sim à uma empresa privada brasileira, a construtora Odebrecht.
Em atos de campanha em Mauá, na região do Grande ABC, e Guarulhos, ambos em São Paulo, nesta quarta-feira (24), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a reeleição da presidenta Dilma Rousseff “é uma questão de responsabilidade, maturidade e consciência política”.
Representantes de pelo menos 24 países, além de membros do Parlamento Brasileiro do Mercosul (Parlasur) e de organismos internacionais como a Organização dos Estados Americanos (OEA), já confirmaram presença no Brasil durante as eleições no dia 5 de outubro. O objetivo das comitivas, entre as quais estão Angola, Zâmbia, Nicarágua, Canadá, Romênia e República Dominicana, é saber como funciona a votação por sistema eletrônico.
Reunidos para avaliar a campanha e traçar novas estratégias para ganhar força neste reta final, os dirigentes dos comitês do Partido Comunista do Brasil, de Salvador e da Bahia, estão confiantes e dispostos a redobrar os esforços para garantir o êxito no dia 5 de outubro.
Florianópolis, 23 setembro. Marina Silva, em estado de felicidade, de mãos dadas com a família Bornhausen. Ela pediu votos para Bornhausen (filho), candidato a senador que, hoje, pasmem, é o presidente do PSB em Santa Catarina. Em 2005, Bornhausen (pai), arrogantemente, expressou o ódio das alas mais conservadoras das classes dominantes ao ex-presidente Lula, ao PT, à esquerda: “Estaremos livres dessa raça por 30 anos”, sentenciou.
Por Adalberto Monteiro*
Depois de uma intensa troca de especulações nas redes sociais digitais, que durou até o final da tarde de terça-feira (23), os jornais publicam na quarta-feira (24) o resultado da pesquisa Ibope sobre intenção de voto. As opiniões foram colhidas entre os dias 20 e 22, e mostram que vamos às urnas com uma polarização clara entre a presidente Dilma Rousseff e a candidata do PSB, a ex-ministra Marina Silva.
Por Luciano M. Costa, para o Observatório da Imprensa