Recentemente, a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) divulgou que 88,2% dos aprovados em primeira chamada na faculdade de medicina fizeram o ensino médio em escola pública. O dado chama a atenção porque o curso, um dos mais concorridos do País, sempre teve a maioria das vagas ocupadas por estudantes de escolas privadas.
Após identificar pontos inconstitucionais no edital de chamamento de Organizações Sociais (OS) para administrar 23 escolas em Goiás, o Ministério Público Federal, o Ministério Público (MP-GO) e o Ministério Público de Contas do Estado recomendaram o adiamento da convocação até que as irregularidades sejam solucionadas.
Em um contexto em que mais de 1.000 salas de aula estão sendo fechadas e um escândalo de corrupção envolvendo tucanos em máfias de licitações de merenda, o recém nomeado secretário de educação, José Renato Nalini, afirmou nesta segunda-feira (15), que todos os colégios do estado terão Grêmio Estudantil e ainda estabeleceu como ocorrerá o processo, “serão escolhidos por voto direto e secreto dos alunos das unidades”, disse.
A partir do dia 19, escolas de todo o Brasil participarão do combate ao mosquito transmissor do zika vírus. Estudantes e professores serão convocados por carta pelo Ministério da educação (MEC). Com esse objetivo, representantes do governo federal, de 22 estados e 110 municípios, além de instituições e organizações públicas e particulares, aderiram ao Pacto da Educação Brasileira contra o Zika em cerimônia realizada na semana passada em Brasília.
Como havia prometido assim que assumiu o governo do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) assinou um decreto que proíbe que estabelecimentos estaduais, como escolas, recebam o nome de pessoas vivas ou de responsáveis por violações de direitos humanos durante a ditadura militar.
Parece que o governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, continua convicto com o seu plano de reorganização escolar, que pretende fechar 93 escolas estaduais. A ideia baseia-se em contratar celebridades populares que possuem contas no Youtube, para convencer os estudantes que fechar colégios é uma boa ideia.
Com o início do ano letivo, 1,3 milhão de crianças beneficiárias do Bolsa Família com 6 anos de idade – completos entre 1º abril de 2015 e 31 de março deste ano – devem ser matriculadas nas escolas públicas. As famílias já foram informadas pelo Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), por meio de mensagem no extrato de pagamento, sobre a necessidade de as crianças frequentarem regularmente as aulas.
Neste começo de ano em que os pais se veem às voltas com várias contas e com a compra de material escolar, vale ter atenção à lei federal que protege o consumidor da exigência de itens abusivos, em escolas de todo o país. É a terceira vez que os consumidores podem contar com a lei 12.886/2013, que determina que os estabelecimentos de ensino são proibidos de incluir nas listas de material escolar produtos de uso coletivo, que não sirvam exclusivamente para uso individual do aluno.
Alunos que participam do movimento de ocupação de escolas em São Paulo comemoraram o Natal dentro dos próprios colégios. Na Escola Estadual Alves Cruz, na zona oeste da capital, cerca de 15 pessoas, entre pais e estudantes, fizeram uma ceia durante a noite de 24 de dezembro. Na Escola Estadual Fernão Dias Paes, na mesma região, os alunos fizeram um churrasco na tarde de hoje. Na Manuel Ciridião Buarque, também na zona oeste, teve "pizzada" neste dia 25.
Há 14 dias estudantes de Goiás ocupam escolas públicas em protesto contra a decisão do governo estadual de, a partir do próximo ano, transferir a gestão das escolas para organizações sociais (entidades privadas filantrópicas). A previsão é que os manifestantes permaneçam nas escolas nas últimas semanas do ano.
Artistas de renome da MPB Chico Buarque, Maria Gadú, Dado Villa-Lobos e Paulo Miklos gravaram uma música inédita para homenagear os alunos que ocuparam as escolas do estado de São Paulo durante os meses de novembro e início de dezembro.
O Comitê de Mães e Pais em Luta, grupo que reúne pais apoiadores dos secundaristas contrários à reorganização escolar do governo Alckmin, foi à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) denunciar as violações cometidas pela Polícia Militar contra os estudantes nos últimos dois meses no Estado de São Paulo. A denúncia, dirigida à secretaria de Segurança Pública do Estado, foi acompanhada de um dossiê contendo dezenas de violações aos direitos humanos cometidas pela PM.