Relatório do Banco Central mostra alta de 8,8% no investimento direto no país em outubro e fluxo recorde em 12 meses, reforçando confiança externa na economia brasileira
Acordo de US$ 20 bilhões expõe paradoxos entre discurso liberal e realidade econômica, enquanto oposição alertam para riscos de austeridade, dependência e explosão social
Aumento da taxa básica de juros reflete ciclo de aperto do Banco Central que não para. Centrais sindicais denunciam priorização dos rentistas sobre o desenvolvimento econômico.
O Vermelho conversou com dirigentes de centrais sindicais que cobrarão “Menos Juros, Mais Empregos”, em frente ao Banco Central, na Avenida Paulista, durante reunião do Copom
Setores do mercado financeiro mantêm um pessimismo que, segundo críticos, é estratégico para pressionar o Banco Central a manter altas taxas de juros que beneficiam especuladores
O economista Paulo Kliass explica, no Vermelho, quem é o mercado e porque ele erra tanto em suas projeções, especialmente na mudança para os governos de Lula.
A iniciativa privada no Brasil, nestes últimos anos, passou a ser meramente especulativa. Os investimentos de risco desapareceram como o empreendedor brasileiro.
Para deputado, jogado no colo dos banqueiros, autonomia do Banco Central pode piorar com propostas como o PL do Cämbio e proibindo o banco de contribuir para o pleno emprego.
Segundo dados do IBGE, a atividade econômica recuou 1,5% e 900 mil pessoas se somaram ao contingente de desempregados nos três primeiros meses de 2020.
A influência que a Cambridge Analytica teve no comportamento eleitoral de milhões de norte-americanos é o produto das ambições alimentadas durante anos por Robert Mercer, um milionário que construiu uma fortuna no mundo dos fundos de investimento altamente especulativos, conhecidos como “hedge funds”
Um dos mais enfáticos lutadores contra a aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF – oficialmente Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000) foi o então deputado comunista Sérgio Miranda (1947-2012).
Por José Carlos Ruy
O mantra monetarista, que parece guiar as decisões do Banco Central, prega que o controle de preços se faz com elevação da taxa básica de juros e contração geral do crédito.
Por Wevergton Brito Lima