O país se torna o terceiro da América Latina a permitir a morte assistida. A lei prevê critérios médicos e consentimento explícito do paciente em fase terminal
Escolha feita por Antônio Cícero foi seu último ato em defesa do direito à autonomia e à dignidade humana na hora da morte. Por aqui, possibilidade passa longe de ser considerada
A proposta de Lei está na vanguarda da regulamentação da eutanásia na União Europeia, a par de países como a Holanda e a Bélgica, que a adotaram há quase vinte anos, estabelecendo um modelo de respeito pela liberdade de decisão da pessoa sobre a sua própria morte e também de submeter a legislação civil a critérios puramente civis.