O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, afirmou que “não há qualquer possibilidade” de intervenção militar no Brasil, em resposta às declarações do general Antônio Mourão, que acenou a possibilidade, no caso de o Judiciário “não resolver essa questão” da crise política.
Futuro das pessoas transgênero que já servem na Forças Armadas dos EUA é incerto, já que Trump não detalhou o que irá acontecer; anúncio foi feito pelo Twitter
Não bastasse a Polícia Militar reprimir de forma violenta a marcha que reúne trabalhadores e movimentos sociais, em Brasília, o governo federal decidiu colocar o Exército nas ruas. Em entrevista coletiva, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou que as Forças Armadas foram convocadas para “a garantia da lei e da ordem” no Distrito Federal, a partir desta quarta-feira (24) e até o dia 31 de maio.
Nove mil soldados do Exército e da Marinha estão nas ruas do Rio para conter possíveis protestos durante a votação da proposta de privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) e garantir a segurança dos foliões do carnaval.
O comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas chamou de "tresloucado" e "malucos" as pessoas que pedem uma "intervenção militar" no Brasil. Há "chance zero" de setores das Forças Armadas, principalmente da ativa, mas também da reserva, se encantarem com a volta dos militares ao poder, disse neste domingo (11) ao jornal Estado de S.Paulo.
O comandante-geral do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, afirmou nesta terça-feira que houve "absoluta interação" com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para uma operação no dia 4 de setembro em São Paulo ligada a atos anti-Governo na cidade. A afirmação do general confronta diretamente a versão dada pela pasta do Governo Alckmin para o episódio. Questionada, a secretaria reiterou "que não houve qualquer operação conjunta durante as manifestações em São Paulo".
O comandante-geral do Exército, general Eduardo da Costa Villas Bôas, afirmou nesta terça-feira que houve "absoluta interação" com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo para uma operação no dia 4 de setembro em São Paulo ligada a atos anti-Governo na cidade. A afirmação do general confronta diretamente a versão dada pela pasta do Governo Alckmin para o episódio. Questionada, a secretaria reiterou "que não houve qualquer operação conjunta durante as manifestações em São Paulo".
Apontado como infiltrado num grupo de manifestantes anti-Temer que acabou preso em controversa ação da polícia no domingo, Willian Pina Botelho, que se apresentava nas redes com o nome de Balta Nunes, é capitão do Exército. "Estudamos juntos no Instituto Gammon, em Lavras (MG)", disse a este jornal um conhecido do militar, que não quis se identificar.
O Presidente interino Michel Temer anda cada vez mais preocupado com as manifestações dos movimentos sociais que denunciam o golpe de estado e ganham adesão popular, reflexo de um governo desmoralizado por escândalos e ilegítimo. Nesta segunda-feira Temer nomeou para coordenar o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), o general Sérgio Etchegoyen, conhecido por sua postura de rechaçar entidades como o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST).
Não haverá corte de verba para as Forças Armadas ajudarem a garantir a segurança durante as Olimpíadas. Foi o que informou o ministro da Defesa, que participou de audiência na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE), para discutir a Política Nacional de Defesa.
O general Antonio Mourão foi exonerado nesta quinta feira, 29, do Comando Militar do Sul e será substituído pelo general Edson Pujol, que foi comandante da Força de Paz da Missão das Nações Unidas pela EStabilização do Haiti (Minustah). Recentemente Moura insinuou que a presidenta Dilma teria envolvimento com corrupção e homenageou o o torturador Brilhante Ustra.