Ex-presidente do Fed é celebrado como símbolo do liberalismo econômico, mas críticos apontam que sua gestão ajudou a pavimentar a crise de 2008
Decisão do Federal Reserve de manter taxas entre 3,5% e 3,75% reforça cautela contra a inflação, afeta dólar, fluxos financeiros e impõe novos desafios a economias emergentes como o Brasil
Inquérito do Departamento de Justiça apura depoimento sobre reforma da sede do Fed e ocorre em meio a ações judiciais contra autoridades e críticos do governo Donald Trump
Decisão mantém a economista no cargo até janeiro, quando a Corte ouvirá os argumentos do caso que coloca em risco a independência do Federal Reserve.
Real valorizado ao maior nível em 15 meses, foi puxado por juros altos no Brasil, expectativas de cortes pelo Fed e cenário político conturbado
Primeira mulher negra a integrar o conselho do banco central por escolha de Obama, Cook diz que presidente não tem autoridade para afastá-la
Após prometer um novo “boom econômico”, Trump alarma investidores ao não descartar recessão. Bolsas afundam, megacorporações perdem trilhões e incerteza domina Wall Street
O aumento para 10,75% contraria a tendência global de queda de juros, como a recente redução promovida pelo Banco Central dos Estados Unidos.
Dois bancos sucumbem à forte oscilação dos juros americanos, mas são resgatados pelo dinheiro público para evitar colapso sistêmico.
Preço da alimentação não dá trégua e diminuição dos preços dos combustíveis é “redistribuição de renda dos pobres para a classe média”, aponta economista da UNB.
O Federal Reserve insiste em aumentar a taxa apesar do resultado pífio. Quedas de preços estão mais relacionadas com empobrecimento e endividamento dos americanos.
Federal Reserve anunciou nova alta nas taxas de juros na véspera da divulgação da segunda queda consecutiva no PIB do país.