Pesquisadores observam que vacinação confirma redução na incidência de mortes mesmo com alta de contágios.
O Brasil figura com o maior número de óbitos e uma assustadora taxa de letalidade de 7,2%, ou seja, mais que o dobro da atual taxa de letalidade do país, que é de 2,8%.
Vacinação lenta e hospitais lotados mostram incoerência em relação à gestão da crise sanitária que atinge o país. Nestas circunstância o governo Brasil decidiu apoiar um evento que receberá milhares de pessoas. Isso facilita a propagação do coronavírus.
Em 24 horas foram registrados 2.245 óbitos. Mais de 456,6 mil pessoas já perderam a vida por covid-19 no Brasil. Casos confirmados da doença passam de 16,3 milhões.
Mato Grosso do Sul tem as piores probabilidades de aceleração de contágios. 98% dos registros de SRAG no país são decorrentes de infecções causadas pelo novo coronavírus
“Queremos voltar às escolas de forma segura, gradativa, com protocolos claros, e após a vacinação de todos os trabalhadores em educação, prevista no plano nacional de imunização”
Média de óbitos recua de 3.101 em 11 de abril para 2.495, diz Fiocruz. Pela primeira vez, consórcio da imprensa registra que nenhum estado apresenta tendência de alta nas mortes.
Senadores criticaram o Conselho de Medicina por autorizar o uso de medicamentos, gerando desinformação e contribuindo para o caos de mortes. Especialistas também lamentaram a decisão.
Indicador mostra que contágio pode ter estabelecido novo patamar, com mais de 70 mil casos diários.
Para Carlos Machado, da Fiocruz, “os ataques contínuos ao método levaram a medidas mais frouxas, bloqueios parciais que entregam pouco resultado e acabam se arrastando”
Observatório Covid-19 destaca circulação intensa do vírus no país e demanda medidas restritivas
Dados estão em boletim divulgado pela Fiocruz, que pediu a adoção de medidas de lockdown para tentar diminuir a disseminação do vírus