O novo ministro grego de Finanças, Yanis Varufakis, reiterou nesta quarta-feira (4) ao Banco Central Europeu (BCE) a decisão de tomar um rumo diferente para as políticas de austeridade implantadas durante o governo anterior.
O departamento de polícia de delitos econômicos e a Secretaria Geral de Rendimentos Públicos da Grécia anunciaram, nesta terça-feira (3), o início de uma investigação sobre as remessas enviadas ao exterior por pessoas individuais e jurídicas residentes no país.
Como tem sido, e bem, sublinhado, os resultados das eleições realizadas na Grécia expressam uma clara vontade de mudança do povo grego, que rejeita o atual rumo de destruição econômica e social e condena os responsáveis por este: a Nova Democracia e o PASOK, mas igualmente outras forças políticas que, como o Dimar, aplicaram ou apoiaram os “programas de ajustamento” da União Europeia e do FMI.
Pedro Guerreiro, no Avante!
O recém nomeado governo na Grécia expressou, nesta quarta-feira (28), seu protesto ante a União Europeia (UE) por não ter contado com o país na elaboração de uma declaração de ameaça à Rússia com novas sanções.
O continente europeu continua como expressão maior dos nefastos efeitos da crise capitalista entre os centros mais desenvolvidos. Sob a batuta da troika – Fundo Monetário Internacional, União Europeia e Banco Central Europeu – tentam transformar as nações integrantes em meros condôminos dos interesses rentistas e, em particular, dos alemães.
Por Divanilton Pereira*, no Portal da CTB
Alexis Tsipras tomou posse, nesta segunda-feira (26) como primeiro-ministro da Grécia após a vitória nas eleições legislativas de domingo (25) do seu partido, o Syriza. O novo primeiro-ministro prestou juramento perante o chefe de Estado grego, Karolos Papoulias.
O resultado da eleições legislativas na Grécia, realizadas neste domingio (25), constituíram uma forte condenação do povo às políticas de direita do partido conservador Nova Democracia e da social-democracia tradicional, representada pelo Pasok. No governo, esses partidos levaram a efeito uma política antinacional e antipopular que conduziu a Grécia à ruína e o povo ao desespero.
Por José Reinaldo Carvalho*
Os resultados das eleições legislativas na Grécia, realizadas neste domingo (25), constituíram uma forte condenação do povo às políticas de direita do partido conservador Nova Democracia e da social-democracia tradicional, representada pelo Pasok. No governo, esses partidos levaram a efeito uma política antinacional e antipopular que conduziu a Grécia à ruína e o povo ao desespero.
Por José Reinaldo Carvalho*
Com mais da metade dos votos apurados, a Coalizão da Esquerda Radical (Syriza, em grego), obteve 36 por cento da votação. Após serem divulgados os primeiros resultados, o líder da coalizão Alexis Tsipras qualificou a conquista deste domingo (25) nas eleições legislativas gregas como vitória histórica.
Como o Partido Comunista Português (PCP) alertou, os acontecimentos de Paris estão sendo aproveitados pelos setores mais reacionários, pelas principais potências imperialistas e pela União Europeia para fazer avançar aquilo que há muito tentavam.
Por Ângelo Alves, no Jornal Avante
Iniciou neste sábado (10), em Atenas, capital da Grécia, a Semana de Cinema Cubano, organizada por ocasião do 56º aniversário da Revolução Cubana. Serão exibidos 26 filmes e documentários de primeiro nível sobre a cinematografia da ilha.
O partido de esquerda Syriza tem mais de três pontos de vantagem sobre a Nova Democracia (ND), atualmente no poder, segundo pesquisas divulgadas, nesta quinta-feira (8), a pouco mais de duas semanas das eleições parlamentares.