Jair Bolsonaro (PSL) acusa adversário de ter sido responsável pela idealização de material escolar contra homofobia, mas iniciativa surgiu do Legislativo.
Por Patrícia Figueiredo, da Pública
"Ei, idiota… a eleição acabou… você perdeu de todos os lados", dizia a carta que chegou à caixa de correio de John Gascot. Também acusava ele e seu marido de viverem em uma "casa gay", decorada com uma bandeira de arco-íris para "provocar estranhos". A correspondência era anônima
No caso da PM, repete-se a lógica de matar pela segunda vez, mas agora de forma simbólica. Criminosos torturaram e mataram Juliane (ou Dudu). Atiraram em seu corpo. A Folha invadiu a sua intimidade sem que isso tivesse qualquer relevância jornalística. Atirou na sua honra, ferindo a imagem de quem nem pode mais falar por si.
Por Tatiana Dias, Nayara Felizardo, Cecília Olliveira, do The Intercept Brasil
A votação da Lei da Mordaça (PL 7180/14), analisada em comissão especial da Câmara dos Deputados, foi cancelada nesta quarta-feira (04). O projeto, que tem como relator o cantor católico e deputado federal Flavinho (PSC-SP), é alvo de críticas por parte de professores e entidades de direitos humanos por infringir a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei 9.394/1996), estabelecida na Constituição Federal.
Por Iberê Lopes*
Um policial militar que vêm sofrendo ataques homofóbicos e ameaças de morte de colegas da corporação desde que um vídeo em que apareceu beijando outro homem no metrô da capital paulista em um vídeo que foi publicado nas redes sociais.
Vivemos em um tempo em que ser mulher é motivo de inquisição em programa de televisão – como demonstrou, nesta semana, o Roda Viva, espaço em que a política deveria ser o centro do debate.
Por Silvana Conti*
Em 2017, 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) foram mortos em crimes motivados por homofobia. O número representa uma vítima a cada 19 horas. O dado está em levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB), que registrou o maior número de casos de morte relacionados à homofobia desde que o monitoramento anual começou a ser elaborado pela entidade, há 38 anos.
A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara realizou, nesta quinta-feira (17), audiência pública alusiva ao Dia Internacional de Luta Contra a Homofobia. Militantes da causa, representantes de entidades sensíveis a ela e parlamentares reuniram-se para debater a agenda legislativa pelos direitos LGBTI+, em especial o Projeto de Lei (PL) 7292/17.
Diversos casais se reuniram e protagonizaram nesta quarta-feira (7) um ''beijaço'' em frente aos tribunais de Buenos Aires, na Argentina, em protesto contra a homofobia.
No Brasil, uma pessoa LGBT é morta a cada 19 horas. Só em 2017, 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram assassinados por causa de sua identidade de gênero e orientação sexual. Das 445 mortes, 194 eram gays, 191 eram pessoas trans, 43 eram lésbicas e cinco eram bissexuais.
De acordo com o relatório "Pessoas LGBT Mortas no Brasil" do Grupo Gay da Bahia (GGB), divulgado nesta quinta-feira (18), apresenta dados relevantes sobre as dificuldades da população LGBT no país. Em 2017 ocorreram 435 mortes de LGBTs, crescimento de 30% em relação a 2016, com 343 casos registrados. Acesse e leia o relatório completo AQUI.
Por Marcos Aurélio Ruy para o Portal CTB
O atual avanço conservador no Brasil tem como um de seus alvos a população LGBT. É o que aponta o pesquisador Cleyton Feitosa, do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (UnB), que recentemente lançou livro sobre políticas públicas para o segmento. Feitosa é ex-consultor das Nações Unidas e ex-membro também do Conselho Nacional de Combate à Discriminação.