Da Doutrina Monroe aos golpes do século 20, a história da América Latina revela uma sucessão de intervenções operadas pela CIA sempre que o Continente caminha fora da trilha aceita por Washington
Escalada liderada por Donald Trump supera intervenções históricas e coloca a região diante do maior cerco militar norte-americano desde a Guerra Fria
Diplomacia brasileira reage à nota da embaixada dos EUA em apoio a Jair Bolsonaro, e governo Lula reforça: a defesa da democracia é assunto do povo brasileiro
López Obrador tem razão quando diz que nenhum governo estrangeiro deve intervir nos assuntos de nosso país, que deve respeitar a soberania mexica
O intervencionismo estadunidense na América Latina não é novidade. Durante o século XX, os Estados Unidos induziram e financiaram os golpes militares na Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Cuba, e, é claro, no Brasil, com o objetivo de garantir a satisfação de seus interesses econômicos às custas da exploração dos recursos desses países e da repressão de seus respectivos povos.
Por Bianca Borges*
O general Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Bolsonaro, ameaçou o país com um golpe militar se Lula for candidato. A afirmação foi feita em entrevista ao jornal Valor Econômico.
O importante discurso do ministro das Relações Exteriores russo, Sergey Lavrov, dia 19 em conferência internacional sobre o Oriente Médio, converteu-se na mais áspera denúncia russa até agora quanto a mudança na política estadunidense da administração Trump em relação a Síria, onde o Pentágono pretende manter indefinidamente uma presença militar
Por M K Bhadrakumar*
O bispo católico Dom Mauro Morelli criticou a intervenção na Segurança Pública no Rio de Janeiro. Para Dom Morelli, a tarefa constitucional dos militares é outra, "e também a solução".
A decisão de Michel Temer de decretar a intervenção no Rio de Janeiro, anunciada nesta sexta-feira (16), traz uma série de questionamentos, principalmente no que se refere aos aspectos legais.
Por Dayane Santos
O escritor e teólogo Leonardo Boff voltou a criticar a intervenção federal na segurança pública do estado do Rio de Janeiro anunciada nesta sexta-feira (16) pelo governo Michel Temer.
A Frente Paramentar da Segurança Pública da Câmara dos Deputados, conhecida como bancada da bala, que reúne 299 membros nesta legislatura (26 fora do mandato), aprovaram o decreto de intervenção federal de Michel Temer no Estado do Rio de Janeiro.
Os fatos que precedem a intervenção militar no Rio emolduram o quadro que precisamos interpretar e que com o tempo irá perdendo as cores e ficando mais claro. O planejamento midiático, desde a preparação do golpe vem destruindo a confiança na política e a esperança do povo brasileiro. A assimetria de poderes ganhou relevância e a Constituição da República tratada como um instrumento a ser usado segundo a conveniência dos poderosos de ocasião, manietados pelo capital.
Por Jandira Feghali*