O senador Roberto Requião (MDB-PR) criticou a intervenção de Michel Temer no Rio de Janeiro. Em vídeo publicado em sua página nas redes sociais, o senador afirmou que a medida foi uma “jogada publicitária” que “não vai resolver nada”.
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber negou seguimento na noite desta sexta-feira (16) a um mandado de segurança que questionava o decreto presidencial que trata da intervenção federal no Rio de Janeiro. A ação foi rejeitada porque o advogado que entrou com a petição não tem legitimidade para questionar o decreto.
O Rio de Janeiro vem vivendo uma fase de grande dificuldade, com muita violência. Isso tem sido amplamente divulgado pelos meios de comunicação, podendo-se considerar que talvez haja a necessidade de intervenção do governo federal para garantir a segurança das pessoas e do patrimônio. Provavelmente influenciado por tais circunstâncias, o Presidente Michel Temer decidiu decretar a intervenção federal no Rio de Janeiro.
Por Dalmo Dallari, no Jornal do Brasil
A deputada federal e vice-líder da Oposição, Jandira Feghali (PCdoB-RJ), publicou um vídeo em sua página nas redes sociais em que avalia a decisão do governo de Michel Temer de decretar uma intervenção na segurança pública do estado do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (16).
Por Dayane Santos
Não há nada de novo na crise de segurança pública do Rio de Janeiro que justifique uma intervenção federal no Estado. Mas ontem o presidente Michel Temer, com aval da cúpula do Congresso, decidiu adotar essa medida, que deve ser anunciada hoje.
Por Kennedy Alencar, em seu blog
O Ministério das Relações Exteriores de Cuba informou ter enviado na quarta-feira (31) à embaixada dos Estados Unidos uma nota diplomática em repúdio à "força-tarefa" do governo norte-americano para interferir na internet da ilha
O Conselho Português para a Paz e Cooperação (CPPC) manifesta grande preocupação com o aprofundamento do processo de militarização da União Europeia (UE), cujo passo mais recente foi a assinatura, por 23 estados-membros, de uma notificação sobre a chamada cooperação estruturada permanente.
Apesar da repercussão do polêmico comentário de um oficial do Exército sobre uma intervenção militar, o comando das Forças Armadas Brasileiras reforça que tal intento está longe dos planos e que o país vai encontrar a saída para a crise política, “sem retrocesso”.
“Intervenção militar” foi o tema trazido ao noticiário nacional nos últimos dias por um intelectual progressista, que admitiu esse procedimento como meio para vencer a crise, e por um general que disse estar em estudo uma tal “intervenção”.
Por Haroldo Lima*
“Moscou sempre buscou deixar no passado a herança da Guerra Fria, mas não recebeu apoio dos seus parceiros ocidentais. A OTAN quer reviver o clima da Guerra Fria”, disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em discurso na 72 sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, na quarta-feira (20)
Sem moral após ser denunciado duas vezes pela Procuradoria-Geral da República, o governo de Michel Temer permanece em silêncio quanto às declarações de um general da ativa que diz que, caso o Judiciário não resolva, um intervenção militar estaria na pauta para solucionar a crise política.
O jurista e professor de Direito Constitucional da PUC, Pedro Serrano, comentou as declarações feitas pelo general gaúcho Antonio Hamilton Mourão que, em palestra no último dia 15, defendeu a "intervenção militar" como saída para a crise política, caso o Poder Judiciário "não solucione".
Por Dayane Santos