Lá, pelo ano de 1989 estava casado com uma bela pessoa, fascinante artista plástica e filha de um lindo trabalhador peronista, que tinha um apartamentinho da obra social em Mar del Plata, como boa parte da massa trabalhadora de classe média baixa. Já morava eu em Mi Buenos Aires Querido.
Por Raul Fitipaldi
Lucila Ahumada de Inama, uma das líderes do movimento Avós da Praça de Maio – um dos mais ativos da Argentina em defesa dos direitos das vítimas da ditadura -, foi encontrada morta nesta quinta-feira (4) em Buenos Aires. Lucila morreu afogada durante as enchentes que atingem o país desde o último dia 1º.
A presidenta do grupo Tortura Nunca Mais, Rose Nogueira, anunciou nesta quarta-feirta (5), durante o lançamento do livro Mães de Maio, Mães do Cárcere – A Periferia Grita, o início da construção da candidatura do movimento Mães de Maio ao prêmio Nobel da Paz. “A ideia é contemplar todas as mães vítimas da violência estatal no mundo, representadas na figura das Mães de Maio”, disse durante evento.
Nesta segunda-feira (22) As Avós de Praça de Maio completam 35 anos de luta e busca incessante por netos apropriados durante a última ditadura militar argentina. Até o momento, 107 crianças foram identidades. Leia a entrevista realizada com a presidenta da instituição, Estela de Carlotto.
Por: Ailín Bullentini, em Página12
A associação argentina Avós da Praça de Maio informou que identificou a 106ª pessoa sequestrada pela ditadura militar do país (1976-1983). A entidade deve fornecer mais detalhes sobre o feito em uma coletiva de imprensa nesta terça-feira (7).
Seis anos depois dos crimes contra os pobres em São Paulo, com mais de 600 executados, as mães das vítimas ainda esperam justiça. Vale a pena recuperar um pouco aqueles dias.
Por Urariano Mota*
A emblemática associação argentina Mães da Praça de Maio comemorará nesta segunda-feira (30) 35 anos de vida, paixão e luta, iniciadas quando o país estava submetido a uma ditadura militar que deixou o nefasto saldo de 30 mil detidos-desaparecidos.