Pelo Twitter nesta segunda-feira (8), Bolsonaro anunciou a indicação de Abraham Weitarub ao cargo de ministro da Educação no lugar de Vélez Rodríguez, que sai da pasta após se envolver em várias polêmicas.
Diante da crise que a Educação brasileira enfrenta com o colombiano Vélez Rodríguez à frente do comando do Ministério da Educação (MEC), entidades estudantis como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), convocam os estudantes para participarem da campanha "Veléz não Fica, Fora Vélez".
É inacreditável que o ministro da Educação, Vélez Rodríguez, atente mais uma vez contra preceitos fundamentais da Constituição brasileira, desta vez, com o anúncio de que fará mudanças unilaterais nos livros didáticos, com o intuito de apresentar o golpe militar de 64 como um “regime democrático de força”. Essa medida agride a liberdade de cátedra, o livre exercício do magistério e o pacto federativo.
Por Aloízio Mercadante*
O presidente da Comissão Permanente de Educação e Esporte da Câmara Municipal de Campinas, vereador Gustavo Petta, solicita à Secretaria Municipal de Educação que oriente as escolas da rede para que não sigam a recomendação noticiada nessa Segunda-feira (25).
Depois da repercussão negativa sobre a determinação para as escolas que alunos cantem o Hino Nacional e digam o slogan bolsonarista “Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrigues, preparou outro comunicado retificando o anterior: agora o ato de cantar será voluntário e o uso do slogan foi retirado do texto.
O MEC está totalmente ideologizado, sem rumo ou iniciativas que possam fazer avançar a educação brasileira. Depois de chamar os brasileiros de canibais e de ladrões quando viajam, o ministro da Educação, Vélez Rodríguez, comete crimes grosseiros de improbidade administrativa.
Por Aloizio Mercadante*
Na última sexta-feira (15), o jornalista Luis Nassif publicou artigo no Portal GGN analisando como o anúncio de uma suposta Lava Jato na Educação, em parceria entre os ministros da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues, e da Justiça, Sérgio Moro (usando a marca que o tornou conhecido como juiz), representa a inauguração oficial do estado policial no Brasil.
Por Tascia Souza, no site da Contee
O ministério falastrão do governo Bolsonaro teve de recuar de mais uma declaração preconceituosa e polêmica. Desta vez, foi o ministro Ricardo Vélez Rodríguez (Educação), colombiano de nascimento, que se desculpou publicamente por ter insultado os brasileiros em entrevista à revista Veja. Notificado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), Vélez foi ao Twitter e se retratou.
Que o mundo caiu já sabemos. Que nossas riquezas estão sendo entregues a preço de banana para o grande capital já temos provas. Que a nossa diversidade não será respeitada já percebemos. Que não foi pela corrupção isso está claro como a água. Que eles querem é que pobre morra não temos mais dúvidas. Mas o que ainda me surpreende é essa ignorância. Por mais que esteja lidando com ela diariamente, a imbecilidade ainda me pega de surpresa.
Por Elika Takimoto*
A escola está para a educação assim como os livros estão para o conhecimento. Para o governo de Michel Temer, porém, a premissa é bem diferente. O ambiente de aprendizagem em sala de aula, com os professores e os colegas, pode ser substituído por um computador em casa, pelo celular. Ou até mesmo em uma lan house.
O resultado do ajuste orçamentário nas universidades públicas foi tema de audiência pública nesta terça-feira (10), na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. Entre os principais desafios para manutenção do ensino superior, os palestrantes destacaram a revogação da Emenda Constitucional 95. A medida promulgada pelo Congresso Nacional no final de 2016 determina a limitação dos gastos públicos por 20 anos.
Por Iberê Lopes*
Chico Lopes (PCdoB-CE) estará à frente de parlamentares em defesa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid).
Por Christiane Peres