A despoluição da Baía de Guanabara é um trabalho estratégico na agenda ambiental do Brasil, disse nesta quarta-feira (14), no Rio de Janeiro, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Ela ressaltou, entretanto, que a despoluição ambiental da baía não ocorrerá “da noite para o dia”.
Resultados de pesquisa iniciada em 2013 pelo Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da Universidade de São Paulo (USP) revelam a possibilidade de aplicação de medidas visando a despoluição de águas contaminadas por metais pesados e agroquímicos.
Com a chegada das férias de verão, os brasileiros procuram destinos de praia e sol. Neste período, o governo federal alerta para a importância de desfrutar dos destinos naturais de forma consciente. As dicas vão além do turismo: estimulam um comportamento que respeita o meio ambiente, favorece a economia local e o desenvolvimento social e econômico das comunidades.
Livro publicado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) para o Plano Nacional de Eliminação de CFCs, aponta que em escala mundial, segundo informações do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a produção desses gases caiu 99,7% entre 1998 e 2008. Na prática, isso significou uma queda de 1,07 milhão de toneladas para 2.746. No caso do Brasil, o MMA informou que as metas estão sendo cumpridas
Conhecidas por adotarem práticas que aliam a qualidade de vida da população, o desenvolvimento econômico e a preservação do meio ambiente, as chamadas cidades sustentáveis reduzem os impactos ambientais relacionados ao consumo de matéria e energia e à geração de resíduos sólidos, líquidos e gasosos.
No período de 2004 a 2012, o desmatamento na Amazônia teve uma redução da ordem de 83%, assim alcançando a segunda menor taxa de sua série histórica. O dado foi divulgado pelo recém lançado Painel Nacional de Indicadores Ambientais, do Ministério do Meio Ambiente.
O programa Bolsa Verde atingiu a meta de 70 mil famílias beneficiárias, que recebem o benefício de R$ 300 reais a cada três meses por viver em áreas de proteção ambiental e usar de forma sustentável os recursos naturais da floresta.
A China ressaltou, nesta semana, os aspectos positivos do acordo de Lima sobre a mudança climática, que obriga todos os países a ter objetivos mensuráveis de emissões dos gases do efeito estufa.
Realizada em Lima, no Peru, a Conferência das Partes do Clima trouxe deliberações tímidas depois de 15 dias de encontro. A Contag classificou o evento como “um encontro de amigos”, devido ao resultado pouco satisfatório do encontro que reuniu 195 países.
O Brasil é o quarto País no mundo em produção de energia por fontes renováveis, atrás apenas da China, Índia e dos Estados Unidos, aponta o boletim 'Ranking Mundial de Energia e Socioeconomia', publicação anual da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético (SPE) do Ministério de Minas e Energia (MME).
Apesar de não ser possível despoluir a Baía de Guanabara até os Jogos Olímpicos Rio 2016, o evento deve servir de estímulo para que o processo de limpeza continue, como ocorreu com a Baía de Sydney, na Austrália, após as Olimpíadas 2000.
A 20ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática termina, nesta sexta-feira (12), com o esboço de um novo acordo, que os países da América Latina pedem que seja vinculante e reconheça o princípio de responsabilidades comuns, mas diferenciadas.