Em uma sessão que durou mais de 14 horas, a Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira (21) dois projetos de lei de autoria do governo Sartori que extinguem oito fundações estaduais.
O Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST), lançou uma nota repudiando o pacote neoliberal do governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB-RS), que, além de demitir funcionários e atrasar pagamentos, promove um verdadeiro desmonte da comunicação pública do Estado. Segundo afirma o comunicado, ele quer acabar com um conjunto de fundações, incluindo a Fundação Piratini, e com isso entregar o patrimônio dos gaúchos às empresas privadas e eliminar direitos trabalhistas.
Apesar da aprovação em caráter terminativo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55 pelo Senado, movimentos sociais saíram às ruas para protestar durante toda a terça-feira (13). Manifestações organizadas por estudantes, profissionais da educação, da saúde, Frente Povo sem Medo e Frente Brasil Popular ocorreram em diversas capitais, como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, Fortaleza e Santa Catarina.
O Portal Vermelho lança uma série de entrevistas onde analisa os impactos da Reforma do Ensino Médio na vida do brasileiro. Esmiuçando o caráter nocivo da Medida Provisória (MP), o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara faz um balanço sobre as políticas educacionais do governo Temer e afirma que, sem o apoio da comunidade escolar e a falta de recursos que se avizinha com a PEC 55, a proposta de reforma poderá ficar no papel.
Por Laís Gouveia
O Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública e Autarquias do Município de São Paulo (Sindsep) vê com apreensão as medidas anunciadas pelo prefeito eleito de São Paulo João Doria Júnior (PSDB), em especial a criação de conselhos gestores em cada uma das 22 secretarias e o Corujão da Saúde.
O pacote enviado pelo governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), à Assembleia Legislativa é a aplicação direta e mecânica das políticas do governo golpista de Michel Temer, fato que vem se repetindo também em outros estados do país. A afirmação é do sociólogo Emir Sader que participou na tarde desta quinta-feira (1) de uma aula pública na Praça da Matriz, em frente ao Palácio Piratini.
O 2º Encontro Nacional de Saúde e Segurança do Trabalho da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) começou na manhã desta sexta-feira (25) e termina na tarde no sábado (26), na capital paulista.
Sob pressão de entidades do setor, Michel Temer começa a deixar clara a pouca disposição em manter e expandir um dos principais programas do governo federal na área da Saúde, o Mais Médicos. Em público, o governo tenta vender à sociedade a ideia de um suposto aumento dos investimentos na iniciativa, bem avaliada por usuários e prefeitos.
Cerca de 500 lideranças indígenas de diversas etnias do Maranhão, Bahia, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, sendo pescadores artesanais, quilombolas e quebradeiras de coco; ocuparam o Palácio do Planalto, na manhã desta terça-feira, (22), em Brasília, contra o que classificam de "programa neoliberal dos governos" e denunciar o que chamam de "retrocesso nos direitos já conquistados por essas comunidades".
"Proposta de desmonte do Banco do Brasil irá afetar, sobretudo, pequenos municípios", externou o presidente do Sindicato dos Bancários da Bahia e membro do Comando Nacional do Bancários, Augusto Vasconcelos ao comentar o Plano de Reestruturação do Banco do Brasil (BB), noticiado pela imprensa neste domingo (20).
Em entrevista à TV Carta, o senador pelo Paraná Roberto Requião que nós estamos, atualmente vendo a construção do estado mínimo. Segundo ele, a redução do Brasil a um produtor de commodities, o celeiro do mundo de um povo que passa fome é o objetivo destas mudanças.
A Proposta de Emenda à Constituição – PEC (de nº 241 na Câmara e 55 no Senado) que congela o gasto público, em termos reais, por 20 anos, não se sustenta. Ela certamente será aprovada, mas sua revogação, se não houver decisão judicial suspendendo seus efeitos antes, já será objeto da campanha presidencial, senão de 2018, com certeza de 2022.
* Por Antônio Augusto de Queiroz