Na última semana, economistas ligados ao PSDB escancararam os interesses por trás da tentativa de interromper o mandato da presidenta Dilma Rousseff. Para o professor do Instituto de Economia da Unicamp, Marcio Pochmann, a agenda que os tucanos querem aplicar no Brasil, em caso de golpe, é antipovo e representa o desmonte do Estado brasileiro. “É o retorno a um país voltado para apenas dois quintos da população”, diz ao Vermelho.
Por Joana Rozowykwiat
Essas manifestações são a prova mais eloquente que os governos do PT não amaciaram a luta de classes, mas a acirraram.
Por Emir Sader
A direita não foi capaz de construir alternativas aos governos pós-neoliberais. Se estes estivessem esgotados, no horizonte estaria sua evolução, e não os retrocessos que se apresentam.
Por Emir Sader*, na Rede Brasil Atual
As novas formas de atuação do capital no setor educacional exigem estratégias de enfrentamento e de resistência contra a agenda neoliberal, que fomenta as privatizações e a desregulamentação dos serviços públicos, em escala mundial.
Por Maria Clotilde Lemos Petta*
Após sua hibernação por mais de uma década, o neoliberalismo vem registrando sinais recentes de seu reaparecimento. Para ser introduzido ainda no início dos anos 1990, durante a passagem do governo Sarney para o de Collor de Mello, o neoliberalismo contou com três condições fundamentais.
Por Márcio Pochmann*, na Carta Maior
Em visita a Moscou, Ignacio Ramonet afirmou nesta segunda-feira (11) que a mudança climática, as armas nucleares e o capitalismo ultraliberal ameaçam a existência da humanidade.
É tema reiterado da direita a denúncia sobre corrupção. Mas seu objetivo não é a moralização da política, pois quando ela governou ao seu bel-prazer – na ditadura e nos governos Collor e FHC –, ela esqueceu esse tema, justamente quando a corrupção mais correu solta no país.
Por Emir Sader*
Tanto é possível avançarmos para um novo período de conquistas populares no Brasil, como é possível enfrentarmos uma regressão neoliberal clássica.
Por Tarso Genro*, na Carta Maior
Para o professor Pedro Rossi, economista da Universidade de Campinas (Unicamp), a vitória é resultado da política de valorização do salário mínimo e dos programas sociais que garantiram, no últimos 12 anos, um ciclo de crescimento da economia brasileira.
A vitória da direita traria graves prejuízos para a estabilidade política da América do Sul e deitaria por terra a vitoriosa política brasileira de aproximação com a África.
Por Roberto Amaral*
Dominique Plihon, professor da Universidade Paris 13, em entrevista ao Brasil Debate, afirma: “Se um candidato neoliberal ganha no Brasil, certamente ficarei triste pelos brasileiros, mas também triste pela ordem internacional. Precisamos de líderes que saibam resistir às grandes potências, ao setor financeiro, e não que sejam seus aliados”.
Nem a situação internacional preocupante, nem muito menos a dinâmica interna permitem aventuras, voos inseguros em nome da moralidade e do liberalismo.
Por Ladislau Dowbor*, na Carta Maior