A esquerda bem informada
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Tag: Neoliberalismo

Macri é alvo de protestos que pedem a liberdade de Milagro Sala

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, foi ao Vaticano neste sábado (27) para uma audiência com o Papa Francisco, com o intuito de tratar sobre a situação atual da Argentina e de questões como o combate ao narcotráfico. 

Boito:A crise e a ofensiva da direita para retomar a agenda neoliberal

De acordo com o cientista político Armando Boito, a crise política brasileira se origina da ofensiva do campo neoliberal ortodoxo contra os governos neodesenvolvimentistas do PT. A investida da direita, que serve ao capital internacional, busca reimplantar o programa que vigorou na década de 90. Tal processo político, avalia ele, reflete um conflito distributivo – de apropriação da riqueza -, que opõe classes e frações de classes no Brasil.

Deputado pede combate à oposição neoliberal no Congresso 

O deputado Davidson Magalhães (PCdoB-BA) defendeu, em discurso no plenário da Câmara, nesta quarta-feira (17), uma agenda positiva para 2016 no enfrentamento à crise e para a retomada do crescimento e ampliação das conquistas sociais dos governos Dilma e Lula.

Votação do PLS 555 é adiada e sindicalistas são barrados no Senado

Representantes do movimento sindical foram impedidos de entrar no Senado durante a tarde desta terça-feira (16) para acompanhar a votação do Projeto de Lei do Senado (PLS) 555. Mesmo assim a pressão deu resultado e a votação foi adiada para a terça-feira da próxima semana. Para o movimento social, o projeto abre caminho para a privatização das estatais.

Por Railídia Carvalho

Eduardo Fagnani: O mercado contra a cidadania

A recessão é funcional para o aprofundamento do projeto liberal exigido pelo mercado. As projeções dos agentes privados anteveem três anos consecutivos de contração da atividade econômica (3,7%, 3,5% e 0,5%, respectivamente, em 2015, 2016 e 2017).2

Por Eduardo Fagnani*

Maurício Macri: o inimigo mora ao lado

O novo presidente da Argentina, Maurício Macri, assumiu a presidência há um mês e meio e desde então já deixou bem claro a que veio. Com um discurso conciliador “nem direita, nem esquerda” não tardou em colocar para fora as “garrinhas” neoliberais. Até porque, não é de hoje que se sabe: normalmente os defensores da tese de que “não existe polarização” são de direita.

Por Mariana Serafini

Pochmann: Mobilização pela retomada neoliberal segue ativa

Ao longo do ano que passou os trabalhadores foram sendo cada vez mais sufocados pelas teses liberais-conservadoras que fazem a leitura da crise que convém a seus interesses.

Por Marcio Pochmann*

Não à ‘Abertura Já’ da economia brasileira

O Estado de S. Paulo publicou, em 29/11/15, artigo de Gustavo Franco intitulado “Abertura Já!”. Gustavo Franco é professor de Economia da PUC do RJ. No governo de FHC, foi secretário adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, diretor de Assuntos Internacionais e presidente do Banco Central. É um dos membros que discutiu e elaborou o Plano Real. Portanto, Franco faz parte dos economistas alinhados com os principais partidos de oposição aos governos petistas, especialmente o PSDB.

O terrorismo econômico e o neoliberalismo 2.0 de Armínio Fraga

A entrevista do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga dada à Folha de S. Paulo de hoje (17/11) é terrorismo econômico puro, além de mostrar seu alinhamento com golpistas inconformados com a derrota eleitoral do ano passado. Ele propõe uma espécie de programa econômico neoliberal 2.0, com base num modelo fracassado e que deveria ter sido soterrado com as paredes de Wall Street que desmoronaram na crise de 2008.

Por Sibá Machado*

O perigo da OS na Educação Pública

Um mercado avassalador dito global é apresentado como capaz de homogeneizar o planeta quando, na verdade, as diferenças locais (desigualdades locais, grifo meu) são aprofundadas. Há uma busca de uniformidade, ao serviço dos atores hegemônicos, mas o mundo se torna menos unido, tornando mais distante o sonho de uma cidadania verdadeiramente universal. Enquanto isso, o culto ao consumo é estimulado. Milton Santos, 2008, p.19. 

Redução estatal: uma solução equivocada para os problemas do Estado

Mais um partido surge em nossa multi-partidária democracia – o Partido Novo. Sua bandeira principal: minimizar o papel do Estado, que atrapalha o desenvolvimento das pessoas e das empresas. De viés notadamente liberal (apesar de não declará-lo), este é mais um novo partido na busca de trazer alento à tão saturada política brasileira, tendo registrado seu Estatuto no Tribunal Superior Eleitoral em setembro deste ano.

Por Thomás Oliver Lamster8, no Justificando

Era Menem: o legado neoliberal

O excelente padrão de vida alcançado durante do século 20 e que garantiu à Argentina a primeira posição no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) da ONU no continente, a tornou a "nação mais europeia" da América Latina. Entretanto, nos anos 90, o país demonstrou uma sensível queda nos seus indicadores sociais, ao mesmo tempo em que a economia conhecia grande crescimento.

Por Charles Pennaforte*,

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